Abr 24

Na última sexta feira o programa abordou os dois assuntos mais polêmicos no mundo do trabalho.
O apresentador Edgard Boturão abriu espaço mais uma vez para que esses dois assuntos fossem debatido e também para trazer o conhecimento aos teles espectadores da Baixada Santista de como andam a Reforma Trabalhista que já esta em vigor desde 11 de novembro de 2017 e a reforma da presidência que o governo deu uma recuada e suspendeu momentaneamente da pauta.
O programa contou com a participação do convidado especial Deputado Federal, Arnaldo Faria de Sá; Francisco Aloise, Jornalista; Telma Pereira, Advogada Trabalhista e Jorge Caetano Fermino, Secretário Geral do STIG Santos.
Arnaldo Faria de Sá apresentou um relato de como tramitou a reforma trabalhista até a sua aprovação final. Disse também que a MP 808 que regulamentava alguns pontos da reforma como a jornada intermitente e das gestantes e lactantes que a partir do dia 24 retorna ao texto original que é mais prejudicial ainda para os trabalhadores. A nova Lei veio para desmontar os sindicatos e consequentemente toda a classe de trabalhadores.

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escrito por jorge

Abr 19
A nova Lei trabalhista tirou a obrigatoriedade do trabalhador de contribuir com um dia de seu salário em beneficio do movimento sindical.
Essa foi uma das medidas que fazem parte do pacote de maldades que o governo golpista encontrou que foi o enfraquecimento dos sindicatos e com isso tirar o poder de lutas e enfrentamento nas negociações para manutenção dos benefícios já conquistados e ampliação em outras reivindicações.
Infelizmente muitos trabalhadores comemoraram essa medida, influenciados principalmente pela mídia, colocando todos os dias em seus noticiários, fazendo assim a cabeça dos trabalhadores que este dia de trabalho era destinado aos sindicatos para pagamento de benesses dos dirigentes.
Jorge Caetano ressalta que infelizmente esses trabalhadores que comemoraram o fim da contribuição deram um tiro no próprio pé, enfraquecer o sindicato financeiramente é incentivar a falta de poder nas negociações salariais e da própria manutenção dos direitos já conquistados. Vivemos um momento difícil que muitos sindicatos terão que se reestruturarem, muitos deixarão de prestar além da representatividade, alguns atendimentos sociais também deixarão de serem prestados como atendimento médico, odontológico, jurídico e de lazer.
As negociações se darão diretamente entre empresa e empregados, em alguns casos na individualidade e com isso os trabalhadores perderão seus direitos porque não estarão em condições de peitar o empresário com medo de represálias e demissões. O que não acontecia antes da implantação da Lei 13467/17, onde o Sindicato falava em nome dos trabalhadores sem a exposição dos mesmos.
Sueli Reis, Presidente do Sindicato diz que a Diretoria do Sindicato realizou uma Assembleia no dia 7 de fevereiro com o slogan "Conscientizar para Lutar e enfrentar os novos desafios", poucos foram os trabalhadores que entenderam o recado e apelo feito aos companheiros da necessidade da manutenção da estrutura sindical e aproveita para parabenizar os conscientes que autorizaram o desconto da contribuição.
O Companheiro Alberto Cesar Palermo, funcionário da Seal Serigrafia que fez questão de efetuar o pagamento diretamente na sede do Sindicato, embora a empresa não ter feito o desconto na folha de pagamento dos empregados. Alberto diz que fez questão de contribuir porque tem a consciência da importância do Sindicato, sem ele não teremos o poder de negociação diretamente com o patrão. É preciso manter o único órgão que nos representa que é o Sindicato finalizou Alberto.

escrito por jorge

Abr 16
Mesmo não sendo mais obrigatória a realização das homologações no Sindicato após a aprovação da Reforma Trabalhista o STIG de Santos continua prestando assistência aos trabalhadores demitidos que após a realização da homologação feita na empresa procuram o Sindicato.
Foi o que aconteceu com os demitidos do Jornal A tribuna de Santos, onde o Sindicato solicitou ao Departamento de Pessoal do Jornal uma cópia dos Termos de Rescisão dos empregados demitidos após a vigência da Lei.
Diante disso foi possível constatar a falta de pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e do abono de aposentadoria, que beneficia o trabalhador com mais de cinco anos contínuos na mesma empresa e que nela venha se aposentar.
Primeiramente reunimos os demitidos no Sindicato e fomos à sede da empresa cobrar o cumprimento do pagamento desses benefícios garantidos em Convenção Coletiva de Trabalho diz Jorge Caetano.
A empresa se comprometeu em estar efetuando os pagamentos no próximo dia 30 de abril, através de depósito em conta bancária dos empregados demitidos.
Além dos trabalhadores gráficos, dois companheiros da área administrativa da empresa também compareceram na reunião e foram assistidos pelo STIG Santos e destacaram a importância de ter um Sindicato atuante na localidade.
A Direção do Sindicato insiste para que os trabalhadores demitidos que por ventura não tenha seu contrato homologado no Sindicato que compareça e traga seu Termo de Rescisão para ser analisado e se constatado a ocorrência de falta do pagamento de algum benéfico terá todo o apoio para cobra o seu direito.

escrito por jorge

Fev 21
Clique aqui para fazer download da Convenção Coletiva de Trabalho 2017 - 2018

escrito por admin

Fev 08



CARTA ABERTA AOS TRABALHADORES GRÁFICOS

"CONSCIENTIZAR PARA LUTAR"

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas de Santos, lança uma "Campanha de Conscientização" dos trabalhadores do segmento gráfico para a importância da existência de um Sindicato forte, para continuar lutando pela garantia dos direitos já conquistados, e se possível, avançar em outras frentes.
A reforma trabalhista apregoada pela Lei n.º 13.467, na verdade, além do retrocesso nos direitos já conquistados pelos trabalhadores, trouxe também um grande desmonte para o movimento sindical. Esta situação, diga-se, de passagem, foi muito bem elaborada e bem planejada estrategicamente pelos grandes empresários nacionais e internacionais.
Com a recente mudança nas regras trabalhistas, nos tiraram os direitos, que com muita luta foram conquistados, como também proibiram os sindicatos de cobrarem as contribuições dos trabalhadores, com o objetivo principal de enfraquecer o único órgão, que de fato e de direito, defende os trabalhadores. O golpe foi dado passo a passo, gradativamente.
Prosseguindo este desmonte, a partir de 11/11/2017, o Ministério do Trabalho, já sucateado, não realiza mais homologações. A Lei tira dos empresários a obrigação de realizar as homologações no sindicato da categoria, considerado por todos como um verdadeiro deboche aos trabalhadores. Mais um agrado ao setor empresarial do País.
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escrito por jorge

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