Set 27
Em Assembleia realizada na noite de ontem (26) os trabalhadores rejeitaram a proposta apresentada de 0,00% de reajuste salarial para quem ganha salário acima do Piso Salarial de R$1.491,60, ou seja, todos os trabalhadores que recebem a partir deste valor ficariam sem reajuste salarial pelo segundo ano consecutivo por que a negociação salarial do ano passada o reajuste da inflação do período 1,75% foi convertido em abono salarial.
Com essa proposta, os trabalhadores seriam prejudicados mais uma vez, na correção salarial, no valor de depósito do FGTS, na base de cálculo para o benéfico da aposentadoria, no décimo terceiro salário e férias.
Diante do impasse a categoria aprovou o encaminhamento de uma nova pauta de reivindicação que será encaminhada ao Sindicato Patronal, visando à reabertura das negociações salariais que atenda as necessidades dos trabalhadores da Baixada Santista.
Trabalhadores Viajam 73 km para participar da Assembleia
Dois Companheiros Gráficos que trabalham na Cidade de Itanhaém, base territorial de atuação do Sindicato dos Gráficos de Santos atenderam ao pedido da Diretoria e compareceram ontem na Assembleia por entender que a proposta apresentada é prejudicial demais para os trabalhadores. No momento que foram apresentados para os demais Companheiros presentes. Eles foram taxativos. "Diante da proposta apresentada vale qualquer tipo de sacrifício para estarmos juntos com os demais Companheiros nessa luta".

escrito por jorge

Set 10
Patronal faz descaso com reivindicação dos trabalhadores da Baixada Santista
Os trabalhadores gráficos da Baixada Santista até o momento estão sem amparo da Convenção Coletiva de Trabalho, uma vez que a data base da categoria é no dia 1º de setembro e até o momento o Sindicato Patronal sequer enviou um calendário indicativo para a realização das reuniões de negociação salarial deste ano.
Sueli Reis diz que a pauta de reivindicação foi protocolada no Patronal no dia 26 de julho e que até o momento não fomos chamados para a negociação e isso demonstra, certo descaso com os trabalhadores. Embora já tenhamos protocolado também o documento que garante a data base, mas gera uma intranquilidade para os trabalhadores.
Este descaso gera desânimo entre os trabalhadores, pior ainda que nos últimos dois anos a categoria não teve um reajuste digno até por conta das dificuldades que passa o setor gráfico da região.
O trabalhador já vem fazendo a sua parte, aceitando acordo que não é satisfatório para manter suas despesas necessárias. Agora ver o prazo da validade de sua Convenção Coletiva de Trabalho ser encerrada e sequer ao menos um agendamento de reuniões para a negociação é falta de respeito com os trabalhadores. Conclui a Presidente
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escrito por jorge

Ago 21
Reunião com a Direção da Multinacional Valid Sol para estabelecer regras para acordo de Participação nos Lucros e Resultados da Empresa.
A reunião foi realizada na sede do Poupa Tempo de Santos, após sua assinatura o acordo beneficiará todos os trabalhadores da empresa em Poupa Tempo e Ciretrans da região da Baixada Santista que receberão como participação o valor de um salário nominal de cada empregado.

escrito por jorge

Jul 27
Reunidos em Assembleia na noite de ontem (26) na sede do Sindicato dos Gráficos de Santos, os trabalhadores aprovaram por unanimidade a pauta de reivindicação elaborada pela direção do Sindicato.
A pauta elaborada visa à recuperação e recomposição salarial que foi perdida no acordo dos últimos dois anos, onde o trabalhador saiu prejudicado, até por entender que naquele momento o setor passava por grandes dificuldades.
Sabemos que a situação do setor continua ainda muito prejudicada, mas temos a certeza que os trabalhadores não podem sair perdendo mais uma vez diz Sueli Reis, Presidente do Sindicato.
A pauta que será protocolada no Sindicato Patronal consiste numa proposta de reajuste no valor de 7% para todas as cláusulas econômicas e sócias econômicas. Outra reivindicação importante é a garantia da realização das homologações voltarem a ser realizadas pelo Sindicato, uma vez que a reforma trabalhista tirou essa obrigação das empresas.
Atualmente não sabemos quantos trabalhadores foram demitidos e se os cálculos no Termo Rescisório estão corretos. Perdemos esse controle diz Jorge Caetano que é o Secretário Geral do Sindicato, por isso a importância dessa reivindicação de amarrar que as homologações voltem a ser feitas pelo Sindicato e não mais no local de trabalho. O trabalhador demitido precisa procurar o Sindicato e trazer a rescisão do contrato de trabalho para ser analisada pelo Sindicato.
A Assembleia aprovou também que a Convenção Coletiva de Trabalho seja aplicada somente aos associados do Sindicato. Com isso foi lançada durante a Assembleia a Campanha de Sindicalização que vai se estender até o dia 31 de agosto, data que termina a vigência da atual Convenção Coletiva de Trabalho.
Portanto o não associado tem essa oportunidade de garantia de direito igual pra todos, lembrando que um Sindicato forte depende da união de todos.

escrito por jorge

Jul 23

Sergio Pardal Freudenthal
A Aposentadoria Especial é concedida quando o segurado trabalha em condições insalubres, periculosas ou penosas, na maior parte das vezes, por 25 anos. Conforme já comentamos bastante neste blog, entre as mudanças legais que ocorreram a partir de 1995 sobre este benefício, criaram uma nova contribuição para as empresas que mantém seus funcionários em condições especiais. Até parece uma boa solução, mas o que surgiu mesmo foi a prática mentirosa de muitos patrões.
Mesmo com as alterações legais, todo tempo que é considerado especial pode ser convertido para comum, com o devido acréscimo. Assim, 10 anos trabalhados em condições especiais que aposentariam em 25 anos, convertem-se em 14 para o homem se aposentar com 35 de contribuição e 12 para a mulher que vai se aposentar com 30. Desde 1995 a lei não admite o contrário, o tempo comum se convertendo em especial, mesmo com a redução que a legislação anterior dispunha.
Muitas dúvidas são apresentadas pelos amigos que me acompanham. A conversão do tempo especial em comum ainda está disposta na lei, com o devido aumento. O INSS não tem se recusado a fazer a conversão. O que acontece é que muitas vezes a autarquia não reconhece o tempo como especial, e, por isso, não faz a devida conversão.
O limite para ruídos é 85 decibéis, a partir daí o trabalhador tem direito ao benefício especial; a utilização de EPI, Equipamentos de Proteção Individual, não tira o direito do trabalhador; a eletricidade acima de 250 volts é agente nocivo caracterizando o direito à Especial; e a exposição aos agentes químicos também é condição especial. Pode ser que o INSS não concorde com o blogueiro, mas os tribunais têm sido favoráveis.

escrito por jorge

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