Jan 04

Chego ao final de mais um mandato a frente da direção do Sindicato que com muito orgulho tive a honra de presidir por quatro mandatos consecutivos, onde com muitas dificuldades eu e toda a minha diretoria procuramos sempre enfrentá-las de frente com muita responsabilidade.
É muita responsabilidade dirigir os destinos de uma entidade com a história no movimento sindical que tem o STIG de Santos ao longo de seus 87 anos de fundação.
Conquistamos grandes vitórias ao longo desses anos, infelizmente amargamos também algumas derrotas, sendo a mais cruel delas a reforma trabalhista imposta aos trabalhadores por um governo corrupto e compromissado com a classe empresarial. Mas uma coisa é certa, nunca deixamos e jamais deixaremos de lutar em defesa dos direitos dos trabalhadores gráficos.
Aproveito a oportunidade para agradecer todo apoio recebido da categoria ao longo desses anos, apoio esse que peço que seja externado para a Companheira Sueli Reis que a partir de cinco de janeiro tem a responsabilidade de assumir a Presidência do Sindicato.

escrito por jorge

Jan 03
Como já sabemos todos os anos o valor do salário mínimo sofre um reajuste, que beneficia milhares de brasileiros em todo o Brasil, o atual Presidente da República assinou o decreto que faz o reajuste do salário mínimo 2018 nacional.
A partir de 1º de janeiro de 2018 o salário mínimo passa a valer R$ 954,00, abaixo do valor estimado de R$979,00 de acordo com a projeção e valorização do Salário Mínimo criado no governo LULA. Mesmo tendo sido aprovado este valor na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) o atual presidente reduziu o valor alegando que a inflação recuou no período de 2017. Isso mostra que o atual governo não tem interesse em políticas que valoriza a camada mais pobre da população, que é aquela que vive apenas de um salário mínimo.
Tal medida prejudicou também os trabalhadores gráficos da Baixada Santista que recebem o adicional de insalubridade no valor de 20% do SM que poderiam estar recebendo um pouco a mais a partir deste mês.
Sendo assim o reajuste ficou abaixo do esperado, uma vez que com o antigo salário mínimo os gráficos recebiam R$187,40 e passam a receber a partir deste mês R$190,80, se não houvesse a medida de redução do governo corrupto o valor seria de R$195,80.

escrito por jorge

Dez 21

"Não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano. Sempre que alguém descobre esse poder, algo antes considerado impossível se torna realidade."(Albert Einstein)


A Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos da Baixada Santista deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de realizações e prosperidades.

A Diretoria

escrito por admin

Dez 21
Encerrando as mobilizações deste ano contra a proposta de reforma da previdência social que o governo Temer quer enfiar a goela abaixo dos trabalhadores, os Sindicatos de Trabalhadores de Santos fizeram uma mobilização na última terça feira(12) na Praça Mauá para alertar a população de modo geral para pressionar os Deputados Federais aqui de nossa região durante o período de recesso parlamentar para que não votem a favor da proposta de mudança que será encaminhada pelo governo no mês de fevereiro para votação na Câmara dos Deputados.
Precisamos fazer pressão, onde os Deputados estiverem, na porta de suas residências, na rua, restaurantes, eventos políticos e até mesmo em seus escritórios políticos, dizendo a eles que se votarem a favor da proposta receberá o troco na próxima eleição, diz Jorge Caetano.

escrito por jorge

Dez 12

Sergio Pardal Freudenthal
São pequenas as possibilidades de aprovação da reforma pretendida pelo governo, mesmo reduzindo consideravelmente o saco de maldades. Porém, o que mais preocupa os trabalhadores que já participam do INSS são as regras de transição. Assim, fazemos uma primeira análise.
As regras de transição seriam válidas para todos que estiverem filiados até a data da promulgação da emenda, podendo optar pelas regras novas, se mais favoráveis. Como a aposentadoria por tempo de contribuição deixa de existir, a transição exige o tempo completo (35 anos para os homens e 30 para as mulheres), um pedágio de 30% sobre o tempo que faltava até aquela data, além da idade mínima que começa em 55 anos para os homens e 53 para as mulheres, recebendo o acréscimo de um ano a cada dois que passam, a partir de 1º de janeiro de 2020.
Para a aposentadoria por idade, inicialmente continua tudo como está, 65 anos para o homem e 60 para a mulher, reduzindo 5 anos para os trabalhadores rurais, tendo o mínimo de 15 anos de contribuição. A partir de 2020 aumentará um ano a cada dois até atingir a nova regra, 62 para as mulheres. A mudança imediata seria no cálculo, 60% da média, acrescentando 1% para cada um dos 10 anos seguintes, 1,5% para os 5 anos imediatos, 2% em cada um dos 5 seguintes e 2,5% para os últimos 5 anos formando um total de 40.
A manutenção do tempo mínimo de contribuições em 15 anos até socorre os trabalhadores que ganham e contribuem sobre um salário mínimo, mas agride bastante os que recebem um pouco mais.

escrito por jorge

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