Jan 30
O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho realizaram um ato na Gerencia Regional do Ministério do Trabalho em Santos para relembrar os assassinatos dos Auditores Fiscais, ocorrido no dia 28 de janeiro de 2004. Onde os fiscais se dirigiam a uma fazenda da região de Unaí em Minas Gerais para fiscalizar denúncias de trabalho escravo.
O SINAIT, os Auditores Fiscais do Trabalho e as famílias dos servidores assassinados continuam na luta para que a JUSTIÇA seja feita! Justiça significa prender todos os condenados, para que eles cumpram suas penas. Por isso o SINAIT pede ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região que faça cumprir a sentença do tribunal do júri.
Além de outras entidades sindicais presentes no ato, o STIG de Santos esteve presente, apoiando os Auditores Fiscais e repudiando os assassinos e seus mandantes do crime.
Jorge Caetano diz que a data de 28 de janeiro foi marcada como o dia do Auditor Fiscal do Trabalho e o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e que os gráficos não poderiam deixar de participar, uma vez que os Sindicatos e os Auditores Fiscais trabalham em conjunto contra os abusos praticados pelos empresários sobre os direitos dos trabalhadores.


escrito por jorge

Jan 25

O QUE É A PREVIDÊNCIA SOCIAL?
A Previdência Social é um seguro social em que o trabalhador participa através de contribuições mensais. O benefício dessa contribuição é garantir ao trabalhador segurado uma renda na hora em que ele não puder mais trabalhar – ou seja, se aposentar. Em outras palavras, a previdência social é o sistema público que garante as aposentadorias dos trabalhadores brasileiros.
Vale ainda notar que, além de proteger o trabalhador para a sua aposentadoria, a Previdência tem como missão proteger os trabalhadores contra outros chamados riscos econômicos, como a perda de rendimentos por conta de doença, invalidez, entre outros infortúnios. A Previdência, assim, não oferece apenas aposentadorias, mas também benefícios como auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.
A Previdência é um sistema de seguro obrigatório para todos os trabalhadores com carteira assinada. Além deles, os trabalhadores autônomos e empresários também podem contribuir para o sistema. Os servidores públicos possuem um sistema especial de previdência, assim como os professores, com regras vantajosas. Quem não recebe renda também pode contribuir voluntariamente para a Previdência se assim optar.
Contribuição é o nome que se dá à parcela do salário do trabalhador que é descontada automaticamente pela previdência social todos os meses. O tamanho dessa parcela depende de seu salário-de-contribuição, que é basicamente a remuneração de cada contribuinte. Detalhe: o salário-de-contribuição máximo considerado é igual ao teto da previdência, maior valor que um aposentado pode receber, que em 2016 equivale a R$ 5.189.82. Essas são as atuais taxas de contribuição, definidos em Portaria Interministerial de janeiro de 2016:
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escrito por jorge

Jan 23
REAJUSTE SALARIAL
Recompondo o índice da inflação de 9.62% da Convenção Coletiva de Trabalho todas as empresas da base territorial do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos de Santos e Região, terão que reajustar os salários de seus empregados que recebiam em 31 de agosto de 2016 até R$2.200,00 em 4.40% a partir de 1º de janeiro que deverá ser pago até o dia 5 de fevereiro.
Já os trabalhadores que recebiam em agosto acima de R$2.201,00 terão seus salários corrigidos em 5%.

PISOS SALARIAIS:
Os pisos também serão corrigidos com percentual de 4.40% a partir do dia 1º de Janeiro de 2017.
Piso Salarial Normativo: R$1.491.60
Piso Salarial Diferenciado para os trabalhadores gráficos em Copiadoras e Gráficas Rápidas: R$1.148,40

ADICIONAL DE INSALUBRIDADE
É calculado com base no grau médio que equivale a 20% do Salário Mínimo
Com a publicação do reajuste do salário mínimo nacional que passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2017 com o valor de R$937,00.
O índice de adicional de insalubridade que é pago aos trabalhadores gráficos da Baixada Santista também deverá ser corrigido com o índice de 20% do salário mínimo que equivale a R$187,40.
O pagamento do adicional de insalubridade atinge mais de 90% dos trabalhadores da região é fruto de um trabalho realizado ao longo dos anos pela direção do Sindicato. Com esse reajuste do salário mínimo nacional os gráficos podem considerar que serão beneficiados com mais esse reajuste em seus vencimentos.

escrito por admin

Jan 20

Sem a Desaposentação, contribuições ficam perdidas
Sergio Pardal Freudenthal
Todo mundo sabe que o STF desaprovou a Desaposentação, que consistia na renúncia à uma aposentadoria para poder receber outra mais favorável, já que o trabalhador teria continuado a contribuir após se aposentar.
Comentamos muito neste blog que até fins de 1993 existia um benefício com o nome de Pecúlio, com a devolução das contribuições efetuadas pelos trabalhadores após a aposentadoria. Sem direito a novo benefício, recebia de volta seus valores; as contribuições patronais ficam por solidariedade. A lei que confirmou a medida provisória, mantendo extinto o Pecúlio, em 1994, isentou o aposentado que estivesse trabalhando de contribuir. Pois no ano seguinte a contribuição do aposentado voltou a ser obrigatória, e sem a devolução através do Pecúlio.
Contribuir sem ter direito a nada não tem relação com solidariedade e sim com inconstitucionalidade. Se a Carta Magna não permite benefício previdenciário sem contribuição, também não admite o contrário. Com esta tese, em um primeiro momento, muitos advogados entramos com ações judiciais exigindo a devolução das contribuições que seriam indevidas, mas não se teve muita sorte nos tribunais. E então surgiu a Desaposentação, com tão melancólico final. Quem sabe um dia um Congresso mais digno devolva o Pecúlio.
Conforme se observa nas estatísticas da Desaposentação, um bom número das aposentadorias a que se renunciavam tiveram início por volta de 1998, quando a emenda constitucional causou temor e corrida ao INSS. Com as novas ameaças, crescem outra vez as solicitações de aposentadorias, sem que se possa esperar qualquer melhoria em benefícios futuros.

Conheça a Previdência Social brasileira
Sergio Pardal Freudenthal
Entender a extinção do nosso Seguro Social proposta pelo governo, exige o conhecimento da História. Fruto obrigatório das contradições e lutas, as normas trabalhistas e previdenciárias acompanham – para o bem ou para o mal – as transformações econômicas, políticas e sociais do mundo.
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escrito por jorge

Jan 16
Companheiros e companheiras, a classe trabalhadora atravessa uma conjuntura bastante complicada, este novo governo que assumiu em condições contraditórias por não ter sido legitimamente eleito pelo voto direto do povo Brasileiro, vem atentando de maneira sistemática contra direitos históricos dos trabalhadores.
Se não bastasse retrocessos como o congelamento dos gastos públicos na saúde e educação por vinte anos, o aumento da idade mínima para aposentadoria entre outras coisas, este governo está afundando o Brasil na crise econômica, e como já era de se esperar nós trabalhadores estamos pagando o "Pato".
Por causa deste Cenário, a classe trabalhadora há dois anos vem encontrando dificuldades, principalmente nas campanhas salarias, nos deixando muitas vezes frustrados pelo fato de termos que engolir acordos insatisfatórios para os trabalhadores.
Por conta deste Cenário muitas vezes ficamos com os ânimos alterados, e foi o que aconteceu recentemente entre os companheiros Leonardo Del Roy, Presidente da Ftigesp e Jorge Caetano, Vice Presidente que no calor de uma discussão ocorrida no fechamento da Campanha Salarial do Setor de Jornais e Revistas do Interior de São Paulo, acabaram se envolvendo em uma grande discussão com troca de ofensas, acontecimento este que todos tiveram ciência por e-mail e pelas redes sociais, "O que foi lamentável".
Na ultima Reunião da Diretoria Executiva, bem como na Assembleia do Conselho de Representantes foi amplamente discutido o problema, e depois que cada um reconheceu seus próprios equívocos entendemos que estas divergências foram superadas pelas partes.
Companheiros e companheiras as divergências e as discussões acaloradas fazem parte da democracia operaria, o episódio ocorrido serviu para reflexão de todos, e uma vez superado a categoria seguirá unida mais do que nunca, contra os retrocessos propostos por este governo ilegítimo, no combate contra a exploração da classe trabalhadora, e na luta contra os avanços do "Neoliberalismo".

escrito por jorge

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