Dez 19
Piso de R$ 905 para doméstica é aprovado no Estado de São Paulo
Os deputados paulistas aprovaram ontem o novo piso salarial da doméstica no Estado de São Paulo.Com a aprovação, o valor subirá para 905 a partir de 1º de janeiro.
Hoje, as domésticas têm piso de R$ 810.
Para a lei começar a valer, é preciso ainda assinatura do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e publicação no "Diário Oficial" do Estado de SP.
O reajuste concedido no piso das empregadas é de 11,7% e atende a reivindicações das centrais sindicais. O salário mínimo no Estado é definido pelo governador, após acordo com os sindicatos que representam todos os trabalhadores.
Além do piso da doméstica, há ainda uma outra faixa de salário mínio estadual, que será de R$ 920. Até este ano, o Estado tinha três pisos: o da doméstica e dois outros valores, de R$ 820 e R$ 835. A partir de 2015, haverá apenas duas faixas.
Os pisos salariais valem para categorias que não têm o salário-base definido por acordo ou convenção coletiva, como é o caso das domésticas. O valor de R$ 905, no entanto, ainda está abaixo da remuneração média paga a essas trabalhadoras em São Paulo.
O site WWW.salarios.org.br, no Estado, elas recebem cerca de R$ 980.
Com a mudança, o patrão da doméstica precisa ficar atento. A partir de fevereiro, o valor da contribuição paga ao INSS irá mudar. Os 20% que o patrão recolhe ao órgão terão de ser calculados sobre os R$ 905, o que vai dar R$ 181. Pela lei, o patrão deve pagar os 20% ao INSS, mas pode descontar 8% do salário da doméstica, o que dá R$ 72,40. No país, o salário mínimo deve subir R$ 790. Fonte: Agora SP

Rotatividade no trabalho alcança 63,7% em 2013
A taxa de rotatividade global no mercado de trabalho brasileiro alcançou 63,7% em 2013. Isto significa que, de cada dez empregados, seis passam por desligamento e admissão no posto de trabalho ao longo do ano. Em 2012, a taxa chegou a 64% e vem-se mantendo relativamente estável desde 2010. Os dados, relativos aos trabalhadores regidos pela CLT, constam do estudo "Os números da Rotatividade no Brasil: Um Olhar Sobre os Dados da Rais 2002-2013", divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho.
Se considerada a taxa de rotatividade, descontados os motivos ligados aos trabalhadores como morte, aposentadoria e pedido de demissão, o percentual é 43,4%. A agricultura e pecuária e a construção civil são os setores com maiores taxas de rotatividade.
"Temos um mercado de trabalho que cresce, mas com rotatividade muito alta, talvez configurando um tipo de produtividade econômica perversa, porque está assentada na baixa qualidade dos postos de trabalho", avaliou o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz.
Segundo o economista, o alto percentual é devido a fatores como postos de trabalho frágeis e contratos firmados por prazos curtos para atender a uma demanda de produção. Conforme Ganz, investir em formação profissional e propiciar um crescimento da economia que agregue valor aos produtos e serviços brasileiros são caminhos para reduzir esse índice.
Embora a maior parcela de desligamentos parta de decisão patronal, o desligamento a pedido do trabalhador foi o motivo de rescisão que mais cresceu na última década, em razão do aquecimento do mercado de trabalho.
O estudo mostra que predomina no país o emprego de curta duração. Entre 2002 e 2013, cerca de 45% dos desligamentos ocorreram com menos de seis meses. Aproximadamente 65% das contratações sequer atingiram um ano completo.
"Uma forma de inibir a rotatividade é adotar medidas para inibir as demissões no período de experiências, além de ratificar a Convenção 158, da OIT", declara Eunice Cabral, presidente do Sindicato das Costureiras de SP e Osasco.
Já Sergio Luiz Leite, 1º secretário da Força Sindical, observa que o emprego subiu no comércio, construção civil e serviços, mas caiu na indústria. "O que pega na rotatividade é o poder que a empresa tem de demitir. O trabalhador admitido ganha menos do que aquele que foi demitido, o que reduz a massa salarial e, o que também é muito grave, aumenta os gastos com o seguro-desemprego. Do total dos trabalhadores incluídos nesta rotatividade, 30% acessam o seguro-desemprgo", ressalta.
O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, informou que o governo discute e tem implementado medidas para reduzir a rotatividade dos trabalhadores. Entre elas, está a modernização dos sistemas do ministério, o planejamento de políticas públicas de proteção do emprego e investimento em qualificação dos trabalhadores. "A qualificação profissional deve ser nossa prioridade. Temos, inclusive, de discutir qual será o emprego do futuro e preparar mão de obra".
Quando analisada a escolaridade e a idade, o estudo mostra que, entre os desligamentos ocorridos em 2013, há predominância de trabalhadores mais jovens e menos escolarizados.
De acordo com o estudo, poucos estabelecimentos respondem por parcela considerável da rotatividade. Cerca de 6% das empresas foram responsáveis por mais de 60% dos desligados entre 2007 e 2013. Fonte: Valor Econômico

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 12
Luto2

Com extensa caminhada no movimento sindical gráfico, o carismático ex-linotipista do Jornal A Tribuna de Santos, Mário Monti, faleceu na última quarta-feira (10). O sindicalismo brasileiro perde muito com a sua partida. Ele acumulou muita paixão e serviço em defesa da categoria no decorrer da vida inteira.

Começou a luta no movimento sindical a partir dos gráficos santistas. Chegou a comandar o sindicato da região (STIG Santos). Com seu empenho característico, assumiu a presidência da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Ftigesp) e ainda foi diretor da Federação Nacional dos Gráficos.

O incansável Mário passou também pela direção da Associação dos Trabalhadores Aposentados nas Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo, onde ocupou o cargo de Secretário. Além disso, foi secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT) e tesoureiro da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI).

Mas como somos todos mortais, chegou a hora da partida desse militante também. O seu enterro foi realizado nesta quinta-feira (11), no município onde tudo iniciou para ele. O eterno sindicalista gráfico, expoente da categoria, foi sepultado no Cemitério Vertical Memorial de Santos.

“Mario teve uma significativa atuação no movimento sindical, sendo um grande companheiro de lutas pela categoria, pois prestou um expressivo serviço aos trabalhadores gráficos”, frisa Jorge Fermino, atual presidente do STIG de Santos e também secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores Gráficos (Conatig) e da Ftigesp.

O dirigente lamenta por esta irreparável perda, mas está certo de que o carisma dele sempre estará presente na vida dos companheiros gráficos próximos e sobretudo dos familiares e amigos.

Fermino finaliza, lembrando que "a perda de um ente querido nunca foi, e nunca será fácil, porém a crença perante Deus faz com que a alma dele seja bem amparada, cabendo a quem permanece vivo, manter esta lembrança nas mentes e corações.

Vai com Deus querido Mario Monti!"

escrito por admin

Dez 15
Câmara aprova, em primeiro turno, aposentadoria integral na invalidez
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, quarta-feira (10), em primeiro turno, a PEC 434/14, que estabelece aposentadoria integral para o servidor público aposentado por invalidez.
A PEC 434 foi apensada à PEC 170/12, da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), que já tratava do assunto. Pelo acordo com o governo que permitiu a votação e aprovação por unanimidade (369 votos), na PEC 434 ficou explícito que a medida não é retroativa.
A integralidade para a aposentadoria por invalidez é uma das bandeiras do movimento sindical para garantir o reconhecimento do serviço prestado pelo servidor público à sociedade brasileira.
A aprovação da PEC em primeiro turno é o primeiro passo para a vitória final. Agora, é preciso aprovar a matéria em segundo turno ainda na Câmara.
Segundo o Regimento Interno, a votação no segundo turno pode ocorrer depois de cinco sessões ordinárias.
Assim sendo, é necessário pressão e mobilização do movimento sindical para que a proposta seja concluída sua votação ainda neste ano, de modo que a matéria seja enviada para análise e votação do Senado Federal o mais rápido possível. Fonte: DIAP

Nova medida provisória será editada para corrigir tabela do IRPF
O governo deve editar nova medida provisória (MP) até o final deste ano para corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A equipe econômica, que pretendia incluir a correção em outra MP já em tramitação no Congresso, pretende optar por nova MP para assegurar sua aprovação no Legislativo em 2015.
A ideia inicial era incluir a correção na MP 656/14, que concede uma série de benefícios fiscais. Lideranças do PMDB, no entanto, alertaram o governo que a aprovação da MP no atual momento do Congresso seria difícil, o que levou o Ministério da Fazenda a repensar a manobra.
Relator da MP 656, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) disse que a edição da nova MP deve ocorrer logo após o dia 22 de dezembro, quando o Congresso entra em recesso. Os trabalhos serão retomados no dia 2 de fevereiro, com a eleição das mesas diretoras da Câmara e do Senado. Dessa forma, o texto entrará em análise na Casa somente em 2015.
A nova tabela do Imposto de Renda entraria em vigor ainda este ano, mas o Legislativo só terá a obrigação de analisar o seu teor em fevereiro do ano que vem, quando retorna do recesso.
"A MP pode existir já no dia 23 de dezembro, entrando em vigor este ano. Poderia haver dificuldades para a sua aprovação", disse Eunício. Fonte: DIAP

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 12
INDÚSTRIA DE EMBALAGENS DEVE FECHAR 2014 COM QUEDA DE PRODUÇÃO
A produção de embalagens no Brasil deve encerrar o ano com queda de cerca de 1%. A expectativa foi divulgada nesta quarta-feira pela Associação Brasileira de Embalagem (Abre). Segundo a entidade, o resultado é pior que o cenário traçado para o setor em agosto deste ano.
Naquele mês, estudo realizado pelo Ibre/FGV, encomendado pela Abre, estimava que a produção física teria estabilidade neste ano em relação a 2013, com retomada na produção no segundo semestre, o que compensaria a queda de 0,73 por cento medida no primeiro semestre. A melhora não ocorreu como esperado e a produção deve ficar abaixo da previsão apontada no cenário mais pessimista do estudo, de queda de 0,7 por cento em 2014.
Apesar da queda de produção, a Abre espera aumento do faturamento da indústria de embalagens neste ano, influenciado pela oscilação dos preços das matérias-primas e pelo foco de empresas em produtos de maior valor agregado e na contenção de custos. Fonte: Abigraf

Lote de atrasados do INSS será depositado até janeiro
A grana dos atrasados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de até 60 salários mínimos será liberada aos Tribunais Regionais Federais de todo o país na próxima terça-feira.
O CJF (Conselho da Justiça Federal) confirmou ontem que o repasse será feito até o dia 16, para quitar os atrasados que foram autorizados pelos juízes em outubro.
Com isso, a tendência é que a liberação dos valores para os aposentados ocorra até o início de janeiro.
Aos segurados, esse pagamento é feito pelo tribunais; em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, a responsabilidade é do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região).
Se não houvesse atraso do governo, o esperado era que o processamento pudesse ser feito até o dia 10, mas com a demora, o pagamento será feito com atraso. Fonte: Agora SP

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 09
Veja quando vale a pena se aposentar com o novo fator
Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que querem um desconto menor do fator previdenciário na aposentadoria por tempo de contribuição devem esperar para fazer o pedido do benefício. Quanto mais cedo o segurado pedir a aposentadoria no INSS, maior será o desconto.
Para conseguir se aposentar com o benefício integral, é preciso atingir o fator 1. Porém, ao chegar ao índice 0,9, as perdas já são menores, de até 10%, e pode ser vantajoso pedir o benefício.
O Agora mostra hoje, na versão impressa, os valores dos benefícios para quem tem média salarial de R$ 1.500, R$ 2.500 e R$ 3.500 e já tem fator 0,9. Os cálculos foram elaborados com a colaboração da Conde Consultoria Atuarial. Fonte: Agora SP

Como foi a vitória dos trabalhadores no STF
Sergio Pardal Freudenthal
As decisões do STF representam sempre interpretações do diploma legal, leis ou a Constituição, mas muitas vezes também necessitam de interpretações para a correta aplicação. É o caso da Aposentadoria Especial e os Equipamentos de Proteção Individual, EPI.
No Direito Social a hermenêutica exige uma análise histórica, como ocorreu a votação da norma jurídica e de qual conflito ela se originou; isto vale para interpretar tanto a lei quanto a decisão do STF.
Tal debate chegou ao STF em um processo individual de Santa Catarina, em que o segurado exigia o tempo especial por ter trabalhado submetido a ruídos, com o INSS recorrendo da justa decisão do tribunal regional, alegando que o EPI descaracterizaria o direito à aposentadoria especial.
Este advogado participou enquanto amicus curiae, representando o Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, defendendo, além da correta leitura da lei, que fala em condições ambientais do trabalho, a inexistência de eficácia plena nos EPI relativos a ruídos. Assim, sabemos que a proteção para outros agentes nocivos que não os ruídos não entrou na discussão, nem técnica nem
juridicamente, até porque na quase totalidade das ações judiciais que debatem a relação do EPI com a aposentadoria especial se trata de ruídos.
Alguns equívocos, como uma tentativa de desistência por exemplo, contribuíram para conduzir a lide no campo nebuloso de outros agentes nocivos que também poderiam ser contidos com EPI, como gases. O resultado foi confuso, e esperamos que não tenham passado de equívocos, iguais aos que cometem derrotistas, desta forma recebendo a decisão do STF. Ora, é preciso interpretar a decisão do STF exatamente como ela aconteceu, e, além do processo e suas peças, à disposição de quem estiver interessado, as gravações da TV Justiça demonstram muito bem quem foi quem em cada momento. Portanto, ressaltando que a quase totalidade da lides entre trabalhadores e INSS versando sobre EPI se relacionam a ruídos, o coreto entendimento da decisão do STF é: "Vitória dos trabalhadores - a utilização de EPI relativos a ruídos não descaracteriza o direito à Aposentadoria Especial".
Nem mesmo o EPI sobre outros agentes nocivos descaracteriza de imediato o direito ao benefício especial, e sim se estiver provada a sua eficácia plena, tornando o ambiente de trabalho salubre. Todo mundo que trabalha no mundo industrial sabe muito bem que nenhum EPI teria a denominada eficácia plena, muito menos modificando o ambiente laboral. Sempre é bom lembrar que todas as regras e princípios determinam que o EPI é a última defesa a ser utilizada pelos trabalhadores, somente quando não existir qualquer outra forma de proteção. Abusam do EPI os patrões que não querem melhorar efetivamente as condições de trabalho, preferem gastar menos, mesmo colocando em risco os seus funcionários. Na impossibilidade (talvez falta de vontade) de melhorar condições ambientais, resta a obrigação do empregador no fornecimento, instrução e vigilância no uso do EPI, sem com isso tirar o direito do trabalhador ao benefício especial e mantendo também a obrigação patronal da contribuição de mais 6% do salário. E em relação aos ruídos, o STF deixou tudo muito claro. Para os outros agentes nocivos resta o coreto estudo técnico.
Como já disse muitas vezes, principalmente em nosso blog Direito Previdenciário, a solução correta deve vir agora do INSS. Como muitos técnicos do Ministério da Previdência, de muito boa estirpe, sabem e defendem que o EPI em nenhum caso descaracteriza as condições especiais de trabalho, basta acatar a posição do STF, especialmente em relação aos ruídos, e dispor o que se exigira para comprovar a eficácia plena de EPI para outros agentes nocivos. E mágica não vale!
Sergio Pardal Freudenthal é advogado e professor, especializado em Direito Previdenciário.
www.pardaladvocacia.com.br;

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 05
1ª infância: PL 6.998/13 amplia licença paternidade*
A Comissão Especial da Primeira Infância em funcionamento na Câmara dos Deputados discute o chamado marco legal da primeira infância que prevê o aumento do tempo da licença-paternidade de cinco dias para um mês. A licença maternidade permanece como é hoje: de quatro meses para o setor privado (celetista) e de seis para os servidores públicos.
O PL 6.998/2013, cujo primeiro signatário é o deputado Osmar Terra (PMDB-RS) e outros foca em um conjunto de ações para o início da vida, como ampliar a qualidade do atendimento para crianças até 6 anos, com carreira, capacitação e, inclusive, com a criação de novas funções públicas, que cuidem do início da vida, de modo a valorizar o papel da mãe e do pai junto à criança, bem como criar espaços públicos para garantir que as crianças tenham locais adequados para se desenvolver.
Além disso, o projeto prevê a criação de um sistema de avaliação do desenvolvimento da criança, para verificar se o modelo de cuidado está adequado ou precisa ser alterado.
Tramitação
O relator, deputado João Ananias (PCdoB-CE), apresentou parecer, na forma de substitutivo, e posteriormente foi aberto prazo para emendas a partir do dia 19/11/2014.
Havendo emendas, a matéria retorna para o relator apresentar novo parecer a respeito das emendas oferecidas.
Leia íntegra do substitutivo
*Havíamos informado que o projeto previa ampliação da licença maternidade de 6 meses para um ano. Mas o projeto não prevê isto. No seu relatório, o deputado João Ananias (PCdoB-CE) apenas mencionou que vai indicar ao Poder Executivo que proponha essa medida. Informações atualizada terça-feria (2), às 21h52. Fonte: DIAP


Ministério do Trabalho moderniza emissão de carteira profissional (CTPS)
A partir do dia 30 de dezembro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) coloca em operação, em nível nacional, o sistema CTPS Web 3.0 que vai possibilitar a emissão da Carteira de Trabalho Informatizada em todas as superintendências do País.
Segundo o coordenador de Identificação Profissional do MTE, Francisco Gomes, para a implantação do CTPS Web 3.0 todas as superintendências vão estar com o sistema de emissão da carteira de trabalho informatizada paralisado no período de 20 a 29 de dezembro próximo.
"A paralisação é necessária para migração dos bancos de dados e de imagens da atual versão", informou o coordenador, destacando que mesmo com a paralisação do sistema, todas as Unidades do MTE vão continuar emitindo a CTPS manualmente.
"O trabalhador pode ficar tranquilo que ele poderá solicitar o seu documento normalmente nesse período de suspensão do sistema", frisou.
Gomes ressaltou que o novo sistema faz parte do processo de modernização porque passa o órgão e "a implantação do CTPS Web 3.0 vai tornar a emissão de Carteira de Trabalho mais ágil, e com isso ganha o cidadão que terá o documento e suas mãos mais rapidamente", garantiu. (Fonte: Ascom/MTE)

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 04
Pousada Narureza Real
Camburi  -  Litoral Norte
Diárias : -de segunda a quinta $130,00 reais o casal, com café da manhã e roupas cama e banho.
de sexta a domingo $150,00 reais o casal, com café da manhã e roupas de cama e banho.
www.pousadanaturezareal.com.br

escrito por jorge

Dez 04
Ótica D. Pedro I
Av. Presidente Wilson, 2059 - loja 01 - Santos
Tel. 3219-5111
30% de desconto a todos associados e seus dependentes

escrito por jorge

Dez 01
Novo fator exige mais dois meses de trabalho
Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em idade de aposentadoria terão de adiar o benefício por dois meses para compensar o aumento do desconto do fator previdenciário, que mudou ontem.
Esse aumento considera trabalhadores com idade de 50 a 65 anos, nas quais estão concentrados a maioria dos pedidos de aposentadoria por tempo de contribuição.
A redução média no valor do benefício é de 0,74%, segundo cálculo da Conde Consultoria Atuarial. Fonte: Agora SP


Brasileiro vive mais, e aposentadoria cai
Com aumento de 3 meses e 25 dias na expectativa de vida, valor de novos benefícios passa a ter redução média de 0,65%
Nova tabela no fator previdenciário, que visa evitar aposentadorias precoces, entrou em vigor ontem e vale 1 ano
Com o aumento da renda e maior acesso à saúde, a expectativa de vida do brasileiro cresceu. A boa notícia, no entanto, traz impactos ao bolso dos novos aposentados, que terão seus benefícios reduzidos, em média, em 0,65%.
O percentual vale para todos os que se aposentarem a partir desta segunda-feira (1º) por tempo de contribuição.
É que a Tábua de Mortalidade, calculada pelo IBGE e divulgada nesta segunda, serve de parâmetro para o INSS estimar o fator previdenciário, cujo objetivo é evitar aposentadorias precoces.
O cálculo considera a idade ao se aposentar, o tempo de contribuição e a expectativa de sobrevida, ou seja, quanto tempo o trabalhador deve viver a mais considerando a idade que tem ao pedir o benefício.
Segundo o IBGE, a expectativa de vida ao nascer passou de 74,6 anos, em 2012, para 74,9 anos em 2013 --um aumento de 3 meses e 25 dias.
Os homens têm uma expectativa menor: ela passou de 71 anos em 2012 para 71,3 anos em 2013. Para as mulheres, o indicador subiu de 78,3 anos para 78,6 anos.
O atuário Newton Conde, diretor da Conde Consultoria e professor da Fipecafi-FEA USP, estima que, no período de idade em que se concedem aposentadorias, dos 40 aos 80 anos, a expectativa de vida aumentou, em média, 58 dias entre 2012 e 2013.
Esse avanço corresponde à perda média de 0,65%, comparando o benefício concedido até sexta (28) e o que passa a valer nesta segunda.
Para se aposentar por tempo de contribuição, o homem deve comprovar pelo menos 35 anos. Já a mulher tem 30 anos como período mínimo.
Para as aposentadorias por idade, é necessário ter, ao menos, 65 anos (homens) e 60 anos (mulher). Nesse caso, o fator previdenciário é opcional: só é aplicado se beneficiar o trabalhador.
Pela tábua de 2012, a expectativa de sobrevida de um homem de 55 anos, por exemplo, era de 25,5 anos. Nos dados de 2013, subiu para 25,7.
A nova tabela do fator previdenciário vale até 30 de novembro de 2015.

MELHORA CONTÍNUA
Em 1980, a expectativa de vida da população era de 62,5 anos. Ou seja, subiu 12,4 anos quando comparada com 2013.
Para Fernando Albuquerque, gerente do IBGE, a expectativa de vida do brasileiro cresce de modo contínuo especialmente em razão da menor mortalidade de crianças e de idosos, na esteira dos avanços na área de saúde.
A alta da renda, diz, também explica, em parte, a redução da mortalidade infantil, ao lado de programas com esse objetivo. No caso dos idosos, o reajuste maior das aposentadorias vinculadas ao salário mínimo foi determinante para a menor mortalidade.
Segundo Albuquerque, a expectativa de vida do brasileiro só não avança mais porque há uma grande mortalidade de jovens do sexo masculino por causas violentas. Fonte: Folha de São Paulo

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Dez 01
Mulher deve ter descanso antes da hora extra
Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram que as mulheres têm direito a 15 minutos de descanso entre a jornada de trabalho diária e as horas extras.
Uma operadora de caixa foi à Justiça do Trabalho cobrar pelo período de descanso não concedido pela empresa e o caso chegou ao STF.
O descanso está previsto no artigo 384 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), mas o empregador alegou que a determinação é contrária à igualdade de gênero estabelecida na Constituição. Fonte: Agora SP

Peça a aposentadoria hoje para escapar de desconto maior do fator
Os pedidos de aposentadoria por tempo de contribuição que forem feitos até hoje ao INSS ainda usarão a tabela atual de descontos do fator previdenciário.
Não será possível agendar o benefício no final de semana, pois o sistema do INSS estará fora do ar.
Para quem agendar o benefício por tempo de contribuição a partir de segunda-feira, o INSS deverá aplicar a nova tabela do fator. Fonte: Agora SP

Jorge Caetano Fermino

escrito por jorge

Ir para a página 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10  Última