Dez 09
Não bastasse os livros que são distribuídos pelo Ministério da Educação já serem impressos fora do país, agora as notas de dinheiros e moedas seguem o mesmo caminho.
Com mais essa medida o setor gráfico brasileiro perde postos de trabalho, onde o setor gráfico tentou sem obter êxito junto ao governo para que os serviços gráficos fossem feitos por empresas gráficas aqui do Brasil. Com isso garantiríamos o emprego de vários trabalhadores.
A Câmara dos deputados aprovou a Medida Provisória 745/2016, editada pelo presidente Michel Temer, que prevê a quebra do monopólio da Casa da Moeda para fabricar o dinheiro em circulação e autoriza o Banco Central a encomendar fora do país o papel moeda e a moeda metálica. Estas encomendas, segundo o texto aprovado, só seriam feitas em caso de emergência. A matéria segue para votação em plenário.
Pelo texto negociado pelo relator da matéria, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), as encomendas de dinheiro a indústrias estrangeiras só poderiam ser feitas quando as Casa da Moeda acumular um atraso de 15% no volume de papel moeda ou moeda metálica encomendada pelo Banco Central. A autoridade monetária fica obrigada, segundo o texto aprovado, a fazer as encomendas à Casa da Moeda até o dia 31 de julho do ano anterior ao prazo de entrega.

escrito por jorge

Dez 08

Querem mesmo é acabar com a Previdência Social
Sergio Pardal Freudenthal
A proposta de reforma previdenciária que foi apresentada pelo governo de forma alguma corresponde ao lema de sua propaganda: "reformar para não acabar". A Emenda Constitucional acaba com o sistema previdenciário brasileiro, completando o desmonte da estrutura, com o INSS isolado no Ministério do Desenvolvimento (?) Social e Agrário e a criação de uma reles Secretaria de Previdência no Ministério da Fazenda.
A conta que não fecha na Previdência brasileira é quando se coloca os benefícios assistenciais, obrigação do Estado, na contabilidade das contribuições previdenciárias. Em 1995, na confecção das emendas 20/1998 e 41/2003, se falava muito no "rombo" previdenciário que impossibilitaria, em futuro rápido, o pagamento das aposentadorias. As reformas aconteceram, como fim dos benefícios diferenciados para os servidores públicos, a alteração da média contributiva que serve como base para os benefícios, e com graves exigências, como idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição para os servidores públicos e o fator previdenciário para os trabalhadores vinculados ao INSS, e, neste triste ano de 2016, as alegações se repetem. Afinal, quem mandou o trabalhador se aposentar e continuar vivo por muito tempo?!??

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escrito por jorge

Dez 02
INSS: reajuste para aposentados e pensionistas é estimado em 7,5%, em 2017
Aposentados e pensionistas do INSS deverão ter um aumento de, no mínimo, 7,5% no ano que vem, segundo o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, aprovado na quarta-feira, pelo Congresso Nacional. Segundo a proposta, o piso dos benefícios deverá subir para R$ 946, e o teto previdenciário, para R$ 5.579, a partir de janeiro do ano que vem.
A correção, porém, poderá ser maior, caso a inflação continue pesando no bolso. Nos últimos 12 meses até julho, por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — indicador que é usado como base para corrigir os benefícios previdenciários — ficou acumulado em 9,55%. Somente neste ano, entre janeiro e julho, chegou a 5,76%. Até dezembro, portanto, deverá subir.
A correção dos benefícios baseados no salário mínimo considera a inflação do ano anterior mais a variação do PIB de dois anos antes. Como a economia do país, em 2015, sofreu recessão (recuo de 3,8%), os benefícios vinculados ao piso não deverão ter ganho real em 2017, apenas a reposição inflacionária. Assim, tanto os que ganham o mínimo quanto os que recebem acima devem ter o mesmo índice de correção no ano que vem — ou seja, só a inflação.
A estimativa de aumento ainda poderá ser alterada pelo governo federal por meio do Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2017. Por isso, apesar de já aprovado o reajuste mínimo de 7,5% na LDO, o percentual de correção só será realmente fechado no ínicio de 2017, quando o IBGE divulgará a inflação de janeiro a dezembro deste ano.
Em 2016, os aposentados e os pensionistas do INSS que recebem o mínimo tiveram uma correção de 11,67% (acumulado do INPC de todo o ano de 2015, somado a 0,1% do PIB de 2014). Os que ganham acima do piso receberam 11,28%.

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escrito por jorge

Dez 01
Como Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos da Baixada Santista e em nome de sua Diretoria que é um dos fundadores desta Federação, venho externar toda a nossa indguinação com a conduta desrespeitosa com a categoria gráfica da Baixada Santista, do Presidente da Federação dos Trabalhadores Gráficos do Estado de São Paulo, Sr. Leonardo Del Roy, que também é Presidente da Confederação Nacional dos Gráficos.
Faltou com respeito a essa entidade prestes a completar 86 anos de fundação, quando nossa Diretoria trabalhou intensamente para o desfecho da negociação salarial unificada do setor de jornais e revistas do interior do estado de São Paulo.
Onde realizamos três Assembléias com os trabalhadores e mais duas reuniões com a direção do Jornal A Tribuna de Santos, na tentativa de mudar o posicionamento da proposta apresentada pelo Sindicato Patronal na única reunião de negociação, onde a bancada dos patrões apresentaram a proposta de 3.5% retroativo a 1 de outubro e mais 3.5% em 1 de fevereiro e categoricamente disseram que seria a proposta definitiva para a realização de acordo.

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escrito por jorge

Dez 01
O que é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids?
Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.
Por que o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.


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escrito por jorge

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