Mai 18

IBF anuncia chapas ecológicas
A Indústria Brasileira de Filmes (IBF), anunciou na Drupa, que aconteceu de 3 a 16 de maio, em Düsseldorf, na Alemanha, o lançamento de três novas chapas térmicas: Million SR, Ecoplate T e Direct T, sendo as duas últimas ecológicas. Segundo a empresa, Million SR se destaca por proporcionar alta resolução e suportar longas tiragens (500 mil sem necessidade de forno). Entre outras características, como não ablativas,  as chapas da linha T dispensam a necessidade de processamento químico. Publish 

Editora Abril obtém certificação de qualidade no processo de reprodução gráfica
A Editora Abril, com sede em São Paulo, é a primeira empresa do setor a obter, pela ABTG Certificadora, o selo de conformidade na norma ABNT NBR 15936-1, Qualidade no processo de reprodução gráfica, que inclui requisitos da Norma ISO 12647-2. A certificação atesta que a gráfica é capaz de reproduzir impressos de forma consistente, a partir de arquivos digitais normalizados e de simular condição de impressão pública, aceita mundialmente e dentro das tolerâncias especificadas em normas internacionais.A norma 15936-1 se aplica aos processos gráficos desde a recepção de arquivos digitais, confecção de provas físicas e os processos de impressão offset plana ou rotativa heatset. Contempla a preparação de dados, iluminação, provas virtual e física, e a subsequente impressão em processo offset plano e rotativo com sistema de secagem heatset. A ABTG Certificadora é um organismo estruturado para oferecer certificações às indústrias gráficas, possuindo um conjunto de certificações – quatro delas voltadas ao sistema de gestão, qualidade e monitoramento e oito aos processos – formando um sistema consistente e coeso, capaz de garantir diferenciais competitivos às empresas. Mais informações pelo site www.abtgcertificadora.org.br ou pelo telefone (11) 2618-2024. RV&A 

Trevisan lança livro sobre criatividade e inovação nas empresas
No dia 23 de maio, a partir das 19h, a Trevisan Editora lançará o livro “Criatividade e inovação na empresa: do potencial à ação criadora”, de Stela Maris Sanmartin, artista e professora, com colaboração de David de Prado, investigador e consultor internacional em criatividade, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1.731). Durante o encontro, será realizado um bate-papo com Stela e Prado. O livro oferece uma base de conhecimentos em criatividade e de sua inserção no contexto das organizações. O texto constrói a metáfora da criatividade como um território a ser conhecido, oferecendo uma visão ampla sobre as várias perspectivas que se pode olhar e investigar. Além disso, traz temas específicos que podem conscientizar o leitor sobre o seu próprio potencial criador, bem como apontar procedimentos e métodos para o seu aprimoramento e aplicação prática em suas atividades profissionais. Abigraf

ABTG promoverá mais dois cursos neste mês
No calendário de cursos da ABTG para este mês estão agendados mais dois temas: “Digital e Analógico: Tire o Melhor Proveito das Duas Tecnologias” e “Controle do Processo Produtivo em Gráficas”. O primeiro acontecerá em 21 de maio, das 9h às 18h. O segundo assunto será abordado durante três dias (22 a 24), das 18h45 às 21h45. Ambos os cursos acontecerão no auditório da ABTG (rua Bresser, 2.315, Mooca), em São Paulo. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas online. Mais informações com Thiago Chirelli pelo e-mail  curso@abtg.org.br ou pelo telefone  (11) 2797-6728. RV&A 

Vivacor Gráfica expande e investe em acabamento Heidelberg
A Vivacor Gráfica investiu recentemente na dobradeira Stahlfolder TH 82, da Heidelberg. O equipamento, que está dentro das necessidades da empresa, eliminou o processo de terceirização. De acordo com Alexandre Machado, gerente de acabamento da Heidelberg, a Stahlfolder TH 82 possui configurações modulares que atendem com agilidade e qualidade diversos formatos e volumes de trabalho. A dobradeira possui ainda dobra de janela, segundo esquadro lateral na segunda estação de dobras e aplicação de dois pontos de cola. Esses são diferenciais de uma máquina produtiva e preparada para aplicações diferenciadas. Localizada em São Paulo, no bairro do Ipiranga, a Vivacor Gráfica atua desde 2005, nos segmentos de embalagem, promocional, comercial e editorial. Abigraf

Massa salarial já subiu 6,2% no ano nas 6 principais regiões metropolitanas  
No primeiro trimestre, a massa salarial nas seis principais regiões metropolitanas cresceu 6,2% acima da inflação em relação ao mesmo período do ano passado.O que explica o fenômeno são os setores que não sofrem com a concorrência externa, não sendo afetados diretamente pelo câmbio valorizado - entre eles a construção civil, na qual o aumento da massa salarial chegou a 7,9%.Na construção, o reajuste deste ano de 14,1% para o salário mínimo ajudou a impulsionar o rendimento real, que subiu 12,2% no primeiro trimestre, movimento também influenciado pela escassez de mão de obra.Os números mostram a solidez do mercado de trabalho, o que deve garantir um impulso à demanda nos próximos meses, ainda que o nível elevado de endividamento de muitas famílias pareça limitar a capacidade de consumo.A massa salarial é a combinação da variação do nível de emprego com a da renda real (descontada a inflação). (Fonte: Valor Econômico)

Propostas pedem reajuste maior para os aposentados
Duas emendas que reivindicam o reajuste acima da inflação em 2013 para os aposentados que ganham mais do que um salário mínimo foram apresentadas anteontem por parlamentares ao relator do Orçamento, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).Uma delas, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), pede 80% do PIB (Produto Interno Bruto) de 2011 mais a inflação de 2012.Como a meta do governo é que a inflação feche este ano em 4,5%, o reajuste seria de 6,66%.Se for considerada a previsão de inflação dos economistas, de 5,3%, o aumento seria de 7,46%.Outra emenda apresentada é do senador Paulo Paim (PT-RS). No texto, fica evidente a intenção de preparar terreno para que o assunto "reajuste acima da inflação" esteja presente na votação final do Orçamento."Quis abrir uma janela para o aumento real dos benefícios. Peço apenas que o tema esteja autorizado no projeto final", afirma o senador. Agora SP

Plano deve pagar remédio para tratar câncer em casa
Os planos de saúde poderão ser obrigados a bancar os gastos do paciente com câncer que faz tratamento em casa com comprimidos.Ontem, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o projeto de lei, da senadora Ana Amélia (PP-RS), que trata do assunto.De acordo com a Agência Senado, o texto aprovado estabelece a cobertura do tratamento de quimioterapia domiciliar com uso de remédios por via oral, incluindo os medicamentos para controle dos efeitos colaterais.As determinações valem para os planos de saúde que incluem atendimento ambulatorial. Agora SP

Seis projetos de lei querem sustar novo registro eletrônico de ponto  
Cinco propostas em tramitação na Câmara sustam a portaria do Ministério do Trabalho que criou o Sistema de Registro de Ponto Eletrônico (SRPE). O novo sistema, em vigor desde 2 de abril, é válido para empresas com mais de dez empregados que usam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho nas áreas da indústria, comércio e serviços.Segundo os autores dos projetos, a medida é ilegal e inconstitucional por extrapolar o poder do Executivo de regular. A portaria cria obrigações e direitos relacionados ao ponto eletrônico, que, segundo os deputados, que deveriam ser estabelecidos por lei. Além disso, eles criticam os gastos para implantação do novo sistema.A proposta mais antiga é o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 2.839/10, do ex-deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP), que foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desde agosto de 2011 e tem parecer favorável do relator, deputado Fábio Ramalho (PV-MG). As demais propostas tramitam anexadas a essa.
Prós e contras
Para o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), a alegação do ministério, de que há empresários retirando horas extras dos trabalhadores, não justifica a adoção da medida. "Para empresários ruins, há as auditorias fiscais do ministério e a Justiça. Além disso, existem os sindicatos, extremamente habilitados para fazer a defesa dos trabalhadores", afirmou o parlamentar, que é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC).Na opinião do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), as reclamações sobre a adoção do novo ponto eletrônico vêm, principalmente, de empresários que fraudam a contabilização de horas extras. "Tem muita gente chiando porque roubam os trabalhadores na hora de fazer as contas de quem fez hora extra e que não fez", disse.As exigências da portaria são necessárias, segundo o deputado, mas é preciso manter a possibilidade de acordos trabalhistas entre sindicatos patronais e de trabalhadores estabelecerem sistemas alternativos para controle de jornada. O Ministério do Trabalho previu essa alternativa depois de pedidos feitos pelas centrais sindicais, trabalhadores e empresas.O relator do PDC 2.839/10 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Fábio Ramalho (PV-MG), afirma que a medida do Ministério do Trabalho está levando as empresas brasileiras para a ilegalidade. "O que há hoje não soluciona a questão. Não é bom nem para o empregado e nem para o empregador", afirmou. Depois da votação na comissão, a proposta ainda será analisada pelo plenário.Para o deputado Assis Melo (PCdoB-RS), o novo ponto eletrônico dá condições ao trabalhador de provar sua jornada de trabalho. Ele apresentou voto em separado na Comissão de Trabalhado, Administração e Serviço Público contra o PDC 2.839/10, que susta a portaria do ministério. "No setor do comércio, os trabalhadores têm dificuldade para provar a carga horária. E o ponto eletrônico possibilita o trabalhador fiscalizar e garantir seu direito."
Senado
No Senado também foi apresentado projeto de decreto legislativo para sustar a portaria do Ministério do Trabalho. Trata-se do PDS 593/10, que susta a Portaria 1.510/2009, do Ministério do Trabalho e Emprego, que disciplina o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) nas empresas brasileiras. O projeto é de autoria da então senadora Níura Demarchi (PSDB-SC) e já foi aprovado pelas comissãoes de Assuntos Sociais, e de Constituição, Justiça e Cidadania. A matéria está em discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. (Com Agência Câmara)Conheça o conteúdo dos projetos: PDC 2.839/10 e PDS 593/10
Jorge Caetano Fermino

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Mai 17

Aprovado projeto que inclui catadores de papel na Previdência  
Os catadores de material reciclável poderão ser incluídos como segurados especiais da Previdência Social. A medida consta no projeto de lei (PLS 279/2011) do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), aprovado em caráter terminativo, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (16), que altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de junho de 1991, de custeio da Previdência.O autor, ao justificar a iniciativa, aponta o crescente número de trabalhadores que vivem na informalidade, e que em sua opinião, são levados à exclusão social. Segundo ele, existem hoje no Brasil cerca de 500 mil catadores de papel, e que recebem em torno de 2 a 5 reais por dia de trabalho.Rodrigo Rollemberg argumenta que seu projeto busca dar maior eficácia ao principio da equidade no custeio da seguridade social. Para ele, a redução da alíquota de contribuição para essa categoria trará aumento da inclusão previdenciária e do exercício da cidadania por parte desses trabalhadores.A proposta segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário. (Fonte: Agência Senado)

ABTG promoverá mais dois cursos neste mês
No calendário de cursos da ABTG para este mês estão agendados mais dois temas: “Digital e Analógico: Tire o Melhor Proveito das Duas Tecnologias” e “Controle do Processo Produtivo em Gráficas”. O primeiro acontecerá em 21 de maio, das 9h às 18h. O segundo assunto será abordado durante três dias (22 a 24), das 18h45 às 21h45. Ambos os cursos acontecerão no auditório da ABTG (rua Bresser, 2.315, Mooca), em São Paulo. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas online. Mais informações com Thiago Chirelli pelo e-mail  curso@abtg.org.br ou pelo telefone  (11) 2797-6728 . RV&A 

São Paulo (SP): Secretário da Previdência quer fim do fator
O secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Leonardo José Rolim, defendeu ontem que o fator previdenciário deveria ser substituído por “uma fórmula simples”, que permitia ao trabalhador programar melhor sua aposentadoria. O fator foi criado em 1999 e reduz o beneficio de quem se aposenta cedo.Em audiência na Câmara dos Deputados, Rolim disse que o desconto é “perverso” e funciona como “armadilha”, pois estimula o trabalhador a se aposentar antes e com renda menor.Para ele, o fator funciona como uma aposentadoria proporcional, mas que “ninguém entende”. Sobre o fator 85/95, proposto pelo Congresso, ele diz que o governo não tem uma posição fechada. O 85/95 dá aposentadoria integral quando a soma da idade com o tempo de contribuição resultar em 85 (mulheres), ou 95 (homens). Outra alternativa seria o aumento no tempo de contribuição, aliado ao retorno da aposentadoria proporcional para quem quiser antecipar o beneficio.O governo é “”radicalmente contrário” a mudanças na média salarial quem encurtem o período de trabalho usado no cálculo. Força Sindical

Comissão aprova justa causa para quem faltar 30 dias sem motivo  
O empregado contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com carteira assinada poderá ser demitido por justa causa se faltar ao serviço por 30 dias consecutivos. Projeto de lei com esse objetivo foi aprovado, nesta quarta-feira (16), pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa. A matéria poderá seguir para a Câmara dos Deputados se não houver recurso para exame pelo plenário.Atualmente, ressaltou o autor do projeto de lei do Senado (PLS 637/2011), senador Valdir Raupp (PMDB-RO), a legislação trabalhista não especifica o prazo de ausência injustificada para caracterizar abandono de emprego. 
Essa definição, informou, cabe à jurisprudência trabalhista, que tem adotado a Súmula 32 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) como parâmetro. De acordo com o entendimento do TST, faltar ao serviço por 30 dias consecutivos gera a presunção do abandono do emprego, o que acarreta a demissão por justa causa.A proposta inicial de Raupp prevê prazo de 20 dias de falta injustificada para caracterização de abandono de emprego. O texto aprovado pela CAS especifica o prazo de 30 dias de ausência ao trabalho, mantendo o parâmetro já recomendado na Súmula do TST. Isso foi feito por meio de emenda do senador Paulo Paim (PT-RS), acatada pelo relator, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), e aprovada pela comissão.O texto aprovado obriga ainda o empregador a notificar o trabalhador, pessoalmente ou pelo correio, com aviso de recebimento, da aplicação da justa causa por abandono de emprego, caso não retorne à atividade antes de completar os 30 dias de ausência injustificada. Na hipótese de o empregado não ser encontrado em seu endereço, deverá o empregador publicar edital de abandono de emprego em jornal de circulação local.Segundo Raupp, a proposição possibilitará ao empregado apresentar o motivo que inviabilizou o seu comparecimento ao local de trabalho, o que afastará a possibilidade de aplicação da medida extrema de demissão por justa causa. Também permitirá ao empregador rescindir o contrato de trabalho por justo motivo e contratar novo trabalhador quando não obtiver resposta à comunicação enviada ao empregado faltante ou à publicação do edital de abandono de emprego.Para Raupp, ao disciplinar o abandono do emprego e determinar legalmente o prazo para afastamento injustificado do trabalho, o projeto preencherá lacuna importante na legislação trabalhista. A medida, ressaltou o senador, vai proteger o trabalhador e o empregador.- Dessa forma, aumenta a segurança jurídica nas relações entre empregados e empregadores, ao tornar claras as disposições sobre o tema, sem exigir um conhecimento especializado, por empregados e empregadores, da jurisprudência - destacou o relator da matéria, senador Cyro Miranda (PSDB-GO). (Fonte: Agência Senado)

Odontologia do trabalho avança para a Comissão de Justiça  
Dentre as matérias votadas na reunião realizada na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, nesta quarta-feira (16), destaque para a aprovação do PL 422/2007, do deputado Flaviano Melo (PMDB-AC), que altera o artigo 162, Seção III, e o artigo 168, Seção V, do Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo à segurança e medicina do trabalho.O substitutivo acatado pelo colegiado foi apresentado pelo relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que inclui a especialidade odontologia do trabalho na composição dos serviços especializados em medicina e segurança do trabalho (SESMT).Ainda estabelece que as empresas, de acordo com normas a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estarão obrigadas a manter serviços especializados em segurança, medicina e odontologia do trabalho.O projeto prevê também que as micro e pequenas empresa, poderão optar pela atenção odontológica nos Serviços Especializados em Saúde e Segurança do Trabalho.VotaçãoForam contrários ao parecer do relator, os deputados Jorge Corte Real (PTB-PE), Augusto Coutinho (DEM-PE) e Erivelton Santana (PSC-BA).

São Paulo (SP): Diferença de salário entre homens e mulheres cresceu em 2010, diz IBGE
Salário médio pago pelas empresas e organizações foi de R$ 1,65 mil. Total de salários pagos pelas empresas somou R$ 566 bilhões no ano.A diferença entre os salários pagos a homens e mulheres cresceu em 2010, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2009, os salários dos homens eram 24,1% acima do das mulheres. No ano seguinte, essa diferença alcançou 25%.Em 2010, segundo o IBGE, as mulheres receberam, em média, 2,8 salários mínimos, enquanto a remuneração dos homens foi de 3,5 salários. No mesmo ano, 57,9% do pessoal assalariado ocupado eram homens, enquanto as mulheres representavam 42,1% do total.O salário médio pago pelas empresas e outras organizações foi de R$ 1.650,30, uma alta de apenas 0,6% na comparação com o ano anterior. A maior remuneração média foi paga pelo setor de eletricidade e gás, de R$ 5.125,90, enquanto a menor foi registrada em alojamento e remuneração, de R$ 779,58.Também em 2010, o total de salários pagos pelas empresas brasileiras alcançou R$ 566 bilhões. A maior parte foi paga pelas grandes empresas (R$ 328,5 bilhões), enquanto as médias desembolsaram R$ 95 bilhões; as pequenas, R$ 92,8 bilhões; e as microempresas, R$ 50 bilhões.Apesar da menor participação em salários, as microempresas representavam 88,5% do total de 4,6 milhões de empresas do país. Outras 9,9% eram empresas pequenas, 1,3% eram médias e 0,3% eram grandes.De 2007 e 2010, o número de empresas no país aumentou em 17,3%; o pessoal ocupado total, 20,0%; o pessoal ocupado assalariado, 21,6%; e os salários e outras remunerações, 53,7%. Essa alta levou o total de empresas e outras organizações formais ativas a 5,1 milhões, que ocupavam 49,7 milhões de pessoas, sendo 43,0 milhões (86,4%) como pessoal ocupado assalariado e 6,7 milhões (13,6%) na condição de sócio ou proprietário.“Os órgãos da administração pública, apesar de representarem somente 0,4% das organizações, absorveram 18,6% do pessoal ocupado total, 21,5% do pessoal ocupado assalariado e pagaram 31,3% dos salários e outras remunerações”, aponta o IBGE no estudo. Já as entidades sem fins lucrativos, com 9,9% das organizações, foram responsáveis por 6,4% do pessoal ocupado total, 6,7% do pessoal ocupado assalariado e 6,4% dos salários pagos no ano. Força Sindical

Jorge Caetano Fermino

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Mai 16

Fim do Fator previdenciário é defendido em audiência pública    
O fim do fator previdenciário foi defendido por representantes do governo e de trabalhadores, em audiência pública ontem, na Comissão de Seguridade da Câmara. Durante a reunião, representantes do Ministério da Previdência, dos auditores fiscais, dos aposentados e da Central Única dos Trabalhadores, constataram que o fortalecimento da previdência social brasileira nos últimos anos justifica a extinção do fator.
Segundo o diretor da Central Única dos Trabalhadores, Pedro Armengol, o lado mais perverso do fator previdenciário aparece a cada revisão da expectativa de vida do brasileiro feita pelo IBGE. "Aumenta o tempo de contribuição para o trabalhador se aposentar, sem a garantia de uma aposentadoria melhor", lamentou.
Ao afirmar que o governo também é a favor da extinção do fator, o Secretário de Políticas de Previdência Social do ministério, Leonardo Rolim, demonstrou preocupação. "Com a queda na taxa de natalidade, e aumento da expetativa de vida, no futuro vamos ter uma pressão sobre a previdência", disse. Porém, ele defendeu a adoção de medidas "justas" para equilibrar as contas da previdência.
Para o deputado Amauri Teixeira (PT-BA), autor do requerimento da audiência pública, o fator previdenciário foi adotado pelo governo FHC, "em um momento de predomínio das políticas neoliberais no mundo, e com a economia brasileira em baixa". Atualmente, segundo ele, "há um superávit no caixa da previdência urbana, com a geração de empregos e aumento no número de contribuintes, graças à expansão da economia do País", afirmou.
Também participaram da audiência pública, o deputado Waldenor Pereira (PT-BA), o presidente da Associação Nacional dos Auditores fiscais da Receita Federal, Álvaro Solon de França; e o diretor da Casa do Aposentado da Bahia, Marcos de Oliveira. (Fonte: Informes da liderança do PT)
 
Procompi analisa avanços de pequenas gráficas   
No Rio de Janeiro, 22 micro e pequenas indústrias gráficas foram capacitadas por meio do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi) e conseguiram a certificação FSC (Forest Stewardship Council). O exemplo do Rio está sendo apresentado no segundo encontro nacional de gestores do programa, que acontece até amanhã (16), em João Pessoa (PB). O evento tem o objetivo de avaliar resultados, debater desafios para o desenvolvimento dos projetos e definir iniciativas para potencializar ações e ampliar a competitividade das micro e pequenas indústrias. O Procompi é desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As ações abrangem desde capacitações em gestão a estratégias de acesso a mercados. Atualmente são desenvolvidos 87 projetos que atendem a mais de 2,2 mil empresas de diversos setores. Agência Sebrae de Notícias
 
Fibria apresenta prejuízo de R$ 10 milhões no 1T    
A Fibria anunciou nesta segunda-feira (14) prejuízo líquido de R$ 10 milhões no primeiro trimestre de 2012, contra lucro de R$ 389 milhões no mesmo período do ano passado. Em relação ao quarto trimestre de 2011, com prejuízo de R$ 358 milhões, a redução foi em função da desvalorização do dólar em relação ao real. A companhia teve receita líquida de R$ 1,274 bilhão, queda de 18% em relação aos três primeiros meses de 2011. Os investimentos da Fibria no primeiro trimestre do ano somaram R$ 221 milhões, um recuo de R$ 68 milhões ou de 24% em relação ao trimestre imediatamente anterior, devido aos menores gastos com manutenção, principalmente compra de madeira de pé e silvicultura. No comparado com os três primeiros meses de 2011, a queda é de 16%. No primeiro trimestre, destaca-se também o recorde na produção de celulose de 1,3 milhão de toneladas, volume 3% superior ao último trimestre de 2011 e 1%, na comparação ano contra ano. Celulose Online
 
AlphaGraphics realiza road show em diferentes estados    
A AlphaGraphics levará para diferentes cidades do Brasil o road show “O futuro do marketing direto nas comunicações personalizadas, individualizadas, multicanal e interativa”. Serão abordados temas como marketing direto, QR codes e realidade aumentada. O evento estará em Salvador (BA) no dia 25 de maio, passando também por Teresina (PI) no dia 29 e por Goiânia (GO) no dia 31 do mesmo mês. Revista Tecnologia Gráfica Tetra Pak patrocina livro ilustrado sobre mamíferos brasileiros    
Seguindo a premissa de disseminar o conceito da proteção da biodiversidade, a Tetra Pak patrocina a obra “Mamíferos do Brasil – Uma Visão Artística”. Lançado pelo pintor naturalista Tomas Sigrist, famoso por suas ilustrações de aves, o livro é uma referência sobre a história natural destes animais brasileiros. O livro é resultado de mais de cinco anos de pesquisa de campo feita pelos mais variados biomas brasileiros: desde a Mata Atlântica, até o Cerrado, passando pela Floresta Amazônica, Parque Nacional das Emas (GO), Pantanal, matas virgens na região de Pernambuco, Serra do Cipó (MG) e Iguape (SP). De acordo com o artista, a utilização de materiais específicos garante a qualidade da obra. “Com o uso do pastel seco, por exemplo, é possível reproduzir com perfeição a textura do pelo aveludado de algumas espécies de mamíferos retratados no livro, como a onça pintada”, afirma Sigrist. Abigraf
 
Deputados pedem suspensão do novo registro de ponto eletrônico
SÃO PAULO - O novo registro de ponto eletrônico está em vigor desde abril. Desde o início, a Portaria do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) não agradou algumas entidades empresariais e alguns parlamentares. Apesar da medida está valendo, tramitam na Câmara dos Deputados cinco projetos que sustam a portaria.
Para os autores das propostas, a legislação é ilegal e inconstitucional por extrapolar o poder do Executivo de regular, além de criar obrigações e direitos relacionados ao ponto eletrônico, que deveria ser estabelecido por lei. Eles criticam ainda os gastos para implantação do novo sistema.
Para o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), a alegação do MTE, de que há empresários retirando horas extras dos trabalhadores, não justifica a adoção da medida. “Para empresários ruins, há as auditorias fiscais do ministério e a Justiça. Além disso, existem os sindicatos, extremamente habilitados para fazer a defesa dos trabalhadores”, afirmou o parlamentar, segundo a Agência Câmara.
Proposta mais antiga
Entre as cinco, a proposta mais antiga é o Projeto de Decreto Legislativo 2839/10, do ex-deputado Arnaldo Madeira, que foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania desde agosto de 2011 e tem parecer favorável do relator, deputado Fábio Ramalho (PV-MG). As demais propostas tramitam apensadas a essa. Infomoney
 
Saiba se trabalhar ouvindo música é bom ou ruim
SÃO PAULO - A música no ambiente de trabalho é motivo de discussão, alguns gestores não se importam que sua equipe trabalhe ouvindo as canções que mais gostam, enquanto outros não autorizam de maneira nenhuma. Mas afinal, ouvir música no trabalho é bom o ruim?
Na verdade, não existe uma resposta certa. É o que explica a consultora sênior de Recursos Humanos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Emília Dias. “Tem gente que consegue trabalhar muito bem ouvindo música. Outros não conseguem e acabam se distraindo. É muito individual”.
A especialista explica que em atividades que exigem muita concentração e que o trabalho seja feito em silêncio, a música pode atrapalhar.
Autorização do chefe
Indiferentemente da pessoa conseguir trabalhar ouvindo música, não cabe a ela decidir sobre o assunto. A música no trabalho só deve ser ouvida se o líder autorizar.
“Ele pode sentar com a equipe e decidir. É possível até mesmo fazer um teste por uma semana para saber se o trabalho combinado foi entregue no período esperado”. Emília acrescenta ainda que o gestor também conseguirá analisar quais profissionais conseguem trabalhar desta maneira.
Cabe ao chefe também estabelecer as regras, se a música poderá ser ouvida somente por meio dos fones de ouvido ou ser terá uma caixa de som comum a todos. Neste caso, cada dia, uma pessoa pode escolher o tipo de música que irá tocar ou haverá uma estação de rádio fixa, geralmente, as que tocam músicas mais tranquilas.
“De qualquer maneira, o volume tem que estar bem baixinho, para não atrapalhar. No caso do fone, o ideial é utilizar em apenas em um dos ouvidos”.
As orientações só não servem para quem trabalha diretamente com o público. “Neste caso, a música ambiente não é legal porque é difícil agradar todo mundo. Também não é possível trabalhar com fone de ouvido, já que é necessário estar de prontidão para atender os clientes”.
DJ na empresa
Quem trabalhar, quase todos os dias, ouvindo música é o diretor de Arte, Cleyton Adjair. “A minha relação com a música já vem de fora do trabalho, não tinha como trazer para empresa”. Ele conta que a música o ajuda no desenvolvimento das atividade, já que estimula a criação e a criatividade.
Na empresa em que trabalha, as músicas são ouvidas por meio de caixa de som e ninguém reclama. “A música ajuda no trabalho de todos. No dia de fechamento do jornal, escutamos uma música mais agitada. A escolha varia de acordo com o ritmo de trabalho”.
Além disso, ele acrescenta que a música ajuda a criar um ambiente mais leve e aumenta até mesmo a interação da equipe. “Às vezes, colocamos uma música mais engraçada para fazer piada. Todo mundo se diverte”. Infomoney
Jorge Caetano Fermino

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Mai 15

Bauru recebe Semana de Artes Gráficas em maio
Entre os dias 21 e 25 de maio, Bauru sediará a Semana de Artes Gráficas (SAG), série de palestras e seminários voltados para os profissionais da área gráfica. Com palestras e seminários sobre tecnologia, gestão, estratégias de vendas e rentabilidade na indústria gráfica, a SAG será realizada no Senai Bauru. O objetivo do projeto é fomentar a qualificação da mão de obra dos profissionais gráficos brasileiros. As SAG’s são uma realização da ABTG, com patrocínio da ABIGRAF-SP e do SINDIGRAF-SP. A edição de Bauru contará também com o patrocínio da Dprinter/Roland e Gomaq/RISO. Para se inscrever gratuitamente no evento, ou obter mais informações acesse o site www.abtg.org.br ou entre em contato pelo telefone (11) 2797-6700 ou pelo e-mail sag©abtg.org.br. RV&A 

Juizado confirma regra de conversão do tempo especial
A TNU (Turma Nacional de Uniformização), última instância dos Juizados Especiais Federais, confirmou, na última semana, qual deve ser a tabela aplicada para os segurados que trabalharam em condições prejudiciais à saúde e querem converter esse tempo especial em comum.A conversão aumenta o valor da aposentadoria ou antecipa o pedido do benefício.Pela decisão da TNU, chamada de súmula, cada ano trabalhado em condições especiais deve ser convertido em 1,4 ano de tempo de contribuição comum para os homens que exercerem atividades que exigem 25 anos de contribuição para o pagamento da aposentadoria especial.No caso das mulheres, o índice é de 1,2.Nos juizados, no entanto, o multiplicador aplicado aos homens, em alguns casos, era de 1,2, diminuindo o benefício e atrasando a aposentadoria.Com a regra da TNU, os juizados de todo o país terão de adotar o 1,4 para homens, segundo o advogado Theodoro Agostinho. Agora SP
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Licença-maternidade de 6 meses é rara nas empresas
Neste Dia das Mães, há mulheres que têm mais a comemorar do que outras. Após a criação do Programa Empresa Cidadã em 2008, que livra de impostos empresas que oferecem licença-maternidade de seis meses, não são todos os setores e as empresas que aderiram.Quando o assunto é ficar mais tempo com o bebê, as bancárias paulistanas levam vantagem. Em 2009, o benefício foi aprovado em convenção coletiva do Sindicato dos Bancários de SP. Os patrões devem oferecer o benefício às futuras mães.A extensão para metalúrgicos foi acordada em 2011 nas autopeças. Nas demais áreas, foi vetada, diz Maria Euzilene Nogueira, diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de SP e Mogi das Cruzes.Mães do comércio e da tecnologia da informação têm de se desdobrar para voltar ao trabalho. A negociação nesses setores não avançou. O argumento do sindicato patronal foi o de que o benefício tira o espaço da mulher no mercado. Folha de S.Paulo

Despesas com abono salarial seguem salário mínimo e disparam  
Enquanto o esforço de fiscalização promovido pelo governo para conter as despesas com seguro-desemprego deve produzir resultados em 2012, o abono salarial tende a ser uma despesa cada vez mais pesada para o governo, sem perspectiva de controle nos próximos anos. Em 2015, o FAT deve desembolsar R$ 21,5 bilhões com o abono salarial, um aumento de 61,6% em relação a 2012.Para receber o benefício, que equivale a um "14º salário", basta que o trabalhador tenha ingressado no mercado formal há no mínimo cinco anos e recebido, em média, até dois salários mínimos no ano anterior.Como a economia continua a gerar empregos principalmente nas faixas salariais mais baixas, a previsão do FAT é de que o número de segurados cresça, em média, 8,7% ao ano entre 2012 e 2015. Além disso, o aumento do salário mínimo acaba por incluir entre os possíveis beneficiários quem antes estava em outros segmentos de renda.Em 2010, 51,2% dos trabalhadores contratados - ou 44,1 milhões de empregados - foram admitidos com remuneração de até dois salários mínimos. Em 2000, a fatia era proporcionalmente menor, de 29,7% dos admitidos.Para Rodolfo Torelly, diretor do Departamento de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho, a formalização também contribui para o aumento exponencial de beneficiários e de gastos com o programa, já que um pré-requisito é ter trabalhado com carteira assinada em ao menos 30 dias do ano anterior.Torelly, no entanto, é enfático: "Não sai da minha diretoria nenhuma proposta para cortar o abono e essa é uma despesa realmente difícil de controlar". (Fonte: Valor Econômico)

Diferença entre salário mínimo real e o "ideal" é a menor da história  
O salário mínimo nacional nunca esteve tão próximo do salário considerado ideal pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que é de R$ 2.329,35. Esse valor é 2,7 vezes maior que o salário mínimo vigente (R$ 622) - a menor relação verificada na série histórica. No fim do ano passado, ele era 3,3 vezes maior. E, em 1994, quando o Plano Real entrou em vigor, era 8,1 vezes maior.O salário mínimo que atende as necessidades do trabalhador é estipulado pelo Dieese levando em consideração o preço de itens básicos de alimentação, como arroz, feijão, carne, farinha e leite, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.Os valores levam em conta as necessidades de uma família de dois adultos e duas crianças, considerando que o trabalhador deve sustentar essa família apenas com o seu salário. "Como hoje quase metade da força de trabalho é feminina, esse valor ideal pode ser dividido por dois [marido e mulher] de uma mesma família", explica José Maurício Soares, coordenador da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, do Dieese, que contempla o indicador de salário.Ou seja, quando, em uma mesma família, pai e mãe trabalham, o salário mínimo ideal para cada um em abril teria ficado em cerca de R$ 1.165, reduzindo ainda mais a relação entre o necessário para suprir as necessidades básicas de uma família e o piso nacional.O que mais tem pesado no aumento do poder de compra do salário mínimo, de acordo com o Dieese, são os reajustes do piso nacional. Indexado pela inflação de 2011 e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior, ele cresceu 14,1% em janeiro deste ano.O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), normalmente utilizado para corrigir salários, fechou o ano de 2011 em 6,08%. Em abril deste ano, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o acumulado em 12 meses ficou em 4,88%.Ao mesmo tempo, o salário ideal sofreu leves oscilações nesse período, ficando, em abril, no mesmo valor apontado em dezembro do ano passado (R$ 2.329,35).Enquanto a inflação em 12 meses recuou 1,2 ponto percentual e o mínimo nacional cresceu 14%, os gastos básicos de um trabalhador não se alteraram, segundo o Dieese, de dezembro para cá. A soma desses três fatores fez com que o quociente entre mínimo ideal e mínimo vigente atingisse neste ano a mínima histórica de 3,7. Isso significa que o mínimo ideal para o trabalhador brasileiro é 2,7 vezes maior que o salário mínimo de R$ 622 que é pago hoje."Para quem tem uma renda mais baixa, o ganho certamente está mais atrelado ao salário mínimo, cujos aumentos reais têm sido, em geral, maiores do que no restante da economia. Nessa faixa de consumo entram bens de menor valor, especialmente os itens da alimentação", explica Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.Segundo Oliveira, do Dieese, a alimentação pesa mais de 35% no conjunto das necessidades básicas de um trabalhador que o salário mínimo ideal deveria suprir.O aumento do salário mínimo ideal do Dieese está diretamente atrelado à evolução dos preços da Cesta Básica Nacional, que é calculada pela entidade. Oliveira não espera uma queda do mínimo ideal, que deve acompanhar os preços ao longo de 2012. Vale, da MB Associados, concorda. "A inflação tende a continuar em aceleração. O INPC, que capta melhor a evolução de preços para a classe mais baixa, deve se elevar em 2012, mantendo a pressão sobre o salário mínimo necessário do Dieese." (Fonte: Valor Econômico).
Jorge Caetano Fermino 

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Mai 14

“PLURAL é eleita pelo 3º ano a melhor gráfica editorial rotativa no Prêmio Graphprint”
No último mês, a PLURAL foi prestigiada durante a cerimônia de premiação da 11ª edição do Prêmio Graphprint, que ocorreu no espaço de eventos Vila dos Ipês, na Vila Leopoldina em São Paulo.Pelo terceiro ano consecutivo, a PLURAL recebeu o troféu de melhor Gráfica Editorial Rotativa, e neste ano foi eleita com 24 % dos votos e com 7 pontos à frente do segundo colocado nesta categoria. Em relação ao resultado obtido em 2010, a PLURAL cresceu 5 pontos.Promovido pela Agnelo Editora, o Prêmio Graphprint é uma das mais importantes premiações do segmento e foi criado para enaltecer as empresas e personalidades que mais se destacam na indústria gráfica anualmente.Foram premiadas 23 categorias de fornecedores, cinco personalidades (Fornecedor; Dirigente; Produção; Vendas e Marketing), além das melhores gráficas em cinco segmentos: Digital; Editorial Plana; Editorial Rotativa; Embalagens e Promocional.Para eleger os vencedores foi aplicada uma pesquisa via telemarketing e e-mail junto às gráficas, empresas fornecedoras, agências de publicidade e bureaus da indústria gráfica, sendo obtidos 505 votos válidos. O questionário, isento de marcações que pudessem induzir a votação, solicitava para que fossem citados os cinco melhores fornecedores cada categoria. Fonte: Plural

CAE aprova aposentadoria especial para empregados em serviço de limpeza  
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 68/2011, do deputado Enio Bacci (PDT-RS), que estabelece incentivos às empresas para financiamento da formação profissional de seus empregados.De acordo com a proposta, a dedução dos gastos feitos com a educação dos funcionários será feita como despesa operacional, na apuração do lucro real, desde que não substituam ou complementem a remuneração devida aos beneficiados, nem sobre eles incidam encargos trabalhistas ou previdenciários.No colegiado acatou o voto do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), pela aprovação. A matéria será analisada em decisão terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Comissão de Educação, Cultura e Esporte
Economista
Também foi aprovado na mesma reunião desta terça-feira (8), na CE, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 658/2007, do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que altera a Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para atualizar a regulamentação do exercício da profissão de Economista e dá outras providências.O projeto reforça o poder de polícia da autarquia, com o argumento de que assim aumenta-se a eficácia da fiscalização, em prol dos usuários dos serviços de economia e de toda a sociedade.A proposição inclui, ainda, uma ampliação no número de membros dos Conselhos e a dilatação do prazo de mandato, que passa a ser de quatro anos, com renovação parcial do Plenário a cada dois anos.Também faz parte do texto normas sobre o registro de pessoas jurídicas, a possibilidade de estabelecer um exame de proficiência e a instituição de um Código de Ética.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), pela favorável com emendas.
Reajuste do piso salarial do magistério público
Os senadores aprovaram na CE nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 325/2010, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que altera o parágrafo único do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, para introduzir critério de reajuste anual de seu valor.O projeto garante aumento do piso sempre igual ao que tiver sido concedido aos senadores da República para o mesmo exercício.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Ana Rita (PT-ES), com voto contrário. A matéria ainda será analisada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Comissão de Assuntos Econômicos
Concessão de aposentadoria
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 203/2005, do senador Paulo Paim (PT-RS), que dispõe sobre a concessão de aposentadoria aos empregados em serviço de limpeza, asseio, conservação e coleta de lixo garantindo aposentadoria especial aos 25 anos de serviço.No colegiado o relator, senador João Ribeiro (PR-TO), apresentou parecer favorável na forma de substitutivo. O voto considera insalubres e penosas atividades profissionais dos empregados em serviços de limpeza, asseio, conservação e coleta de lixo.O mesmo parecer foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em 2011. A matéria ainda retorna à pauta da CAE para votação em turno suplementar.
Comissão de Constituição e Justiça
Segurança Pública
Os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 310/2003, senador Magno Malta, que pretende alterar o § 3° do art. 4° da Lei n° 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, que institui o Fundo Nacional de Segurança Pública - FNSP e dá outras providências, estabelecendo requisito para o repasse de recursos aos entes federados.O texto em vigor prevê como condição para o repasse de recursos do FNSP a instituição de um plano de segurança pública por parte do ente federado. Para os Municípios a condição é a existência de guarda municipal.O PLS sob exame altera o mencionado dispositivo para inserir a integração a um sistema nacional de informações de segurança pública também como requisito para o ente federado ter acesso aos recursos do FNSP.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), pela aprovação com emenda.
Comissão de Assuntos Sociais
Profissionais da educação 
Foi aprovado na Comissão de Assuntos Socais (CAS), nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 76/2011, da deputada professora Raquel Teixeira (PSDB-GO), que acrescenta o art. 86-A à Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para determinar a obrigatoriedade da assistência psicológica a educadores e educandos da educação básica.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), pela aprovação.A matéria ainda será analisada na Comissão de Educação (CE), em decisão terminativa.
Insumos farmacêuticos
Foi rejeitado nesta quarta-feira (9), na CAS, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 521/2007, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que acrescenta dispositivo à Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, a fim de instituir sistema eletrônico destinado a acessar dados de identificação de medicamentos, tais como número de registro, nome do produtor, data de fabricação, prazo de validade e número do lote, entre outros.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador Humberto Costa (PT-PE), pela rejeição. A matéria segue para o arquivo.
Empregados domésticos
Também foi aprovado, em decisão terminativa na CAS, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 678/2011, da senadora Ana Rita (PT-ES), que modifica o caput e o § 1º do art. 6º-A e o inciso III do art. 6º-B da Lei nº 5.859, de 11 de dezembro de 1972, para conceder aos empregados domésticos o pagamento de seguro-desemprego, independentemente de inscrição no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.No colegiado foi aprovado o parecer da relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), pela aprovação com emenda.
Ingresso de estagiários
Os senadores  aprovaram nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 17/2011, da senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que altera a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, para regulamentar o ingresso de estagiários na Administração Pública Direta, autárquica e fundacional.O projeto estabelece a obrigatoriedade de seleção pública de provas, convocada por edital amplamente divulgado, para ingresso de estagiários nos órgãos e entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.O colegiado acatou o parecer do relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), pela rejeição. A matéria foi aprovada na CE e ainda será analisada na CCJ, em decisão terminativa.
Coleta de lixo e varredura de vias
O colegiado aprovou na CAS, nesta quarta-feira (9), o parecer oferecido ao Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 155/2010, do senador Paulo Paim (PT-RS), que regulamenta o pagamento de adicional de insalubridade e a concessão de aposentadoria especial ao trabalhador que exerça as atividades de coleta de lixo e de varredura de vias e de logradouros.No colegiado foi aprovado o parecer do relator, senador João Durval (PDT-BA), para devolução à Mesa Diretora para reatuação como Projeto de Lei Complementar. DIAP

Dilma lança programa que beneficia famílias em extrema pobreza
SÃO PAULO - No último domingo (13), a presidente da República, Dilma Rousseff, lançou em comemoração ao Dia das Mães, o programa Brasil Carinhoso, que visa beneficiar famílias em condição de extrema pobreza.De acordo com o pronunciamento, 4 milhões de famílias deverão receber R$ 70 por membro, renda que deve tirar da miséria absoluta, famílias que possuam crianças com até 6 anos de idade. “O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.O programa, que deve servir como um reforço ao Bolsa Família, deve contar também com o aumento do acesso das crianças beneficiadas pelo projeto às creches e com a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.
Pronunciamento
A presidente afirmou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos.Além de estar concentrada entre os jovens, Dilma explicou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças. “Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, afirmou, explicando que assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.Segundo Dilma, o programa também ampliará a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.De acordo com a Agência Brasil, antes de anunciar o novo programa, a presidente disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”. Infomoney

Jorge Caetano Fermino

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Mai 11

KBA anuncia filial própria no BrasilA 
KBA aproveitou os primeiros dias da Drupa 2012 – que acontecerá até 16 de maio, em Düsseldorf, na Alemanha - para comunicar a instalação de sua subsidiária no Brasil, através da aquisição da participação majoritária na sua atual representante, a Deltagraf, localizada em São Paulo. A empresa receberá um novo nome, ainda indefinido, e será dirigida pelo ex-CEO da Deltagraf, Luiz Cesar Dutra. Com a compra, as equipes comercial e técnica deverão ser reforçadas. Os valores envolvidos no negócio não foram divulgados. Fundada em julho de 2007, a Deltagraf iniciou suas atividades comercializando impressoras rotativas e, desde 2009, vem promovendo também as máquinas planas de médio e grande formatos. A partir de agora, as impressoras de formato meia folha também passam a ser vendidas pela nova subsidiaria da KBA no Brasil.Revista Tecnologia Gráfica 

INSS topa pagar revisão do auxílio em São Paulo
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) propôs ao TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) pagar a revisão automática dos benefícios por incapacidade somente aos segurados de São Paulo, caso a Justiça mantenha a decisão que exige que a Previdência pague a correção automática em todo o país até o dia 18 de julho.O pedido principal do instituto é para o tribunal suspender a determinação da Justiça Federal de São Paulo exigindo o pagamento para 693 mil segurados que têm direito à correção no benefício.Porém, o INSS propõe algumas alternativas caso o TRF 3 mantenha esta determinação.Uma delas é limitar a revisão automática aos segurados do Estado de SP.Os benefícios concedidos entre março e julho de 2005, calculados com base na média das 36 últimas contribuições, também ficariam fora da revisão, segundo o pedido.A regra que valeu para esses benefícios foi criada pela medida provisória 242, que depois foi derrubada. Agora SP

Juizados garantem acúmulo de auxílio e aposentadoria
A TNU (Turma Nacional de Uniformização), última instância dos Juizados Especiais Federais, garantiu o acúmulo do auxílio-acidente com a aposentadoria por idade.Em decisão do dia 25 de abril, a TNU entendeu que os dois benefícios podem ser mantidos desde que o segurado tenha recebido o auxílio-acidente ou sofrido o acidente que reduziu sua capacidade de trabalho até 9 de dezembro de 1997.A decisão aumenta as chances de o aposentado por idade que entrar com ação nos juizados conseguir receber os dois benefícios juntos.Segundo o advogado previdenciário Júlio César de Oliveira, a TNU tornou possível também que o auxílio seja concedido ao segurado que já está aposentado por idade."Se o laudo comprovar que o segurado sofreu um acidente antes de 1997, ele pode entrar com a ação, conseguir o auxílio e acumular, pois o acidente que deu o direito ao auxílio aconteceu antes da lei mudar." Agora SP

Salários têm aumento real acima do registrado em 2011  
Mesmo com a redução do ritmo de crescimento da economia, categorias profissionais com data-base para renovação de acordos e convenções coletivas nos primeiros quatro meses do ano estão conseguindo conquistar aumentos reais de salários que chegam a superar os níveis registrados em igual período de 2011.Na Bahia, cerca de 35 mil operários da construção pesada e de infraestrutura e montagem industrial convenceram as construtoras a conceder aumento real de 4,77%, além da reposição da inflação, depois de 17 dias de greve. Em São Paulo, 42 mil químicos do setor farmacêutico fecharam acordo com os laboratórios que prevê aumento real de 2,41%, um ponto porcentual acima do índice conquistado no ano passado.Para economistas, o cenário continua favorável aos aumentos, independentemente do agravamento da crise na zona do euro e da desaceleração da economia brasileira neste início de ano. Entre os pontos que facilitam o trabalho dos sindicatos em 2012 os analistas citam os índices de preços bem comportados até agora.Em março, a inflação acumulada em 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como parâmetro nas negociações entre empregados e patrões, estava em apenas 4,97%. Foi a menor variação de preços registrada para o período depois de março de 2007, quando ficou em 3,29%.'Quanto mais baixa a inflação, mais fácil é a obtenção de aumento real de salário', diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).Na média, a inflação para as datas-base em 2012 vai girar em torno de 5%, abaixo do ano passado, quando foi superior a 5%, frisa Silvestre. A política de redução de juros adotada pelo Banco Central (BC) também é positiva, segundo o técnico.Mas o BC ainda vê a força do mercado de trabalho como um risco importante à evolução dos preços. O que preocupa a autoridade monetária é o fato de que as negociações salariais atribuem peso excessivo à inflação passada, em detrimento da inflação futura, que está em processo de redução e tende a ser marcadamente menor do que a inflação passada. A demanda aquecida pelos aumentos reais de salários poderia exercer pressão de alta sobre os preços. (Fonte: O Estado de S. Paulo)

São Paulo (SP): Acidentes de trabalho mataram 464 pessoas no estado de São Paulo em 2011
Os acidentes de trabalho mataram 464 pessoas no estado de São Paulo ao longo de 2011, em uma média de mais de um caso por dia. Segundo balanço da Divisão de Saúde do Trabalhador da Vigilância Sanitária Estadual, foram notificados 55,4 mil acidentes ocupacionais durante todo o ano passado.As principais causas das mortes durante o trabalho foram os acidentes de trânsito, as quedas de edifícios, a exposição à corrente elétrica e o impacto causado por objetos lançados, projetados ou em queda.Do total de acidentes notificados, 48% foram classificados como graves, fatais ou em menores de 18 anos. Cerca de 25,5% das intoxicações têm causas externas e 20,1% foram provocadas por materiais biológicos. Há ainda registros de câncer relacionado ao trabalho, transtorno mental e perda auditiva induzida por ruído. Ocorrências de menor gravidade não precisam ser notificadas aos gestores municipais de saúde.Para a diretora da Divisão de Saúde do Trabalhador, Simone Alves dos Santos, a maior parte das fatalidades poderia ter sido evitada. “Praticamente todos os acidentes aconteceram em situações previsíveis e preveníveis”, ressaltou.Simone considera o número de mortes em acidente ocupacionais preocupante. Desde 2006 foram registradas 1,75 mil ocorrências desse tipo. De acordo com ela, a partir das notificações, são realizadas investigações, com inspeções nos locais de trabalho para averiguar as condições de segurança. “É no processo de investigação que são caracterizadas as situações de risco”, ressalta.Com a identificação dos problemas, a divisão atua com o objetivo de prevenir novos casos. “A busca é sempre pela modificação da situação de trabalho”, destaca a diretora. Além disso, Simone diz que as estatísticas envolvendo os acidentes estão sendo aprimoradas para nortear políticas públicas que diminuam essas ocorrências. Força Sindical

Jorge Caetano Fermino


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Mai 10

Paper Express adota novo posicionamento
A Paper Express adota um novo slogan: “a gráfica sem igual”. Nessa nova fase, a empresa também reestrutura o seu posicionamento usando como base os principais valores ressaltados pelos seus consumidores: versatilidade, fidelidade, rapidez e sustentabilidade. Reconhecida no mercado há mais de 20 anos, a Paper Express que também imprime em offset, agora evidencia a sua capacidade de tiragens maiores, com o seu diferencial na qualidade em acabamentos e manuseios. Ou seja, a gráfica passa a atender o mercado em pequenas, médias ou grandes impressões. Fabio Mortara, diretor executivo da Paper, conclui que embora a Paper tenha nascido como gráfica digital e construído sua história de mais 20 anos assim, há 16 anos já executa serviços em offset e agora estão ampliando esta área de atendimento com o aumento da capacidade produtiva. Abigraf

Abre discute luxo e sustentabilidade no mercado de embalagens
No dia 16 de maio a Associação Brasileira de Embalagens (Abre) promoverá o Encontro de InovAção. O objetivo é propiciar atualização e formação no que diz respeito ao uso estratégico de embalagens. O tema deste encontro será “O luxo aliado à sustentabilidade: como marcas de primeira linha estão se adequando a essa tendência”. No evento serão discutidos temas como o mercado de luxo no Brasil e no mundo, as perspectivas de crescimento, sustentabilidade nesse mercado e novas tecnologias para a concepção de produtos. As inscrições custam R$ 300 para associados e R$ 450 para não associados. O encontro ocorrerá das 8h às 14h na sede da GS1 (rua Dr. Renato Paes de Barros, 1.017, 14° andar, no Itaim Bibi), em São Paulo. Celulose Online 

Deputados debatem ajustes na lei do Supersimples
O Supersimples pode sofrer mudanças no que se refere à cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por meio da substituição tributária. Também poderá ocorrer modificação na lista de categorias aceitas no sistema simplificado. As alterações estão sendo discutidas pela Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional, hoje (9), desde às 8h30. A reunião será realizada durante um café da manhã, no 10º andar do anexo IV da Câmara dos Deputados. A ideia do presidente da Frente Parlamentar, deputado Pedro Eugênio (PT/PE), é definir as prioridades para a proposta de ajuste na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), que criou o sistema simplificado de tributação. Os integrantes da frente também debaterão estratégias políticas para encaminhamento das medidas. Agência Sebrae de Notícias 

Komori apresenta duas novas impressoras planas
Entre as novidades da Komori, a empresa apresentou duas impressoras planas da linha Lithrone, a GX40, para impressão de cartões e embalagens, e a A37, para diversos tipos de trabalhos. A GX40, com seis cores e tecnologia de secagem H-UV, conta com sistema automático de troca de chapas, dois sistemas de câmeras para detecção de defeitos de impressão e pode produzir até 16.500 folhas por hora em mídias com formato mínimo de 360 X 520 mm e máximo de 750 X 1.050, com espessura entre 0,2 e 1,0 mm. Já a A37, se destaca pela flexibilidade. Com quatro cores, o modelo pode imprimir até 13 mil folhas por hora, em mídias de formato mínimo de 297 X 420 mm e máximo de 640 X 940 mm, com espessura entre 0,04 a 0,6 mm. Publish 

Audiência: baixa remuneração do FGTS preocupa especialistas  
As propostas de aumento da remuneração das contas vinculadas ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), incluindo a adoção de um índice de correção mais atraente que a Taxa Referencial (TR) e a distribuição aos trabalhadores de parte do lucro operacional do fundo, dominaram o debate na reunião da Subcomissão Temporária do FGTS, nesta quarta-feira (25).Durante a audiência, presidida pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO) com a participação da senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora, e do senador Paulo Paim (PT-RS), os especialistas ouvidos também se mostraram preocupados com o desvio das funções originais do FGTS, que, em sua opinião, deveria manter o foco no financiamento de habitação e saneamento.Roberto Mamoru Fujimoto, analista do Banco Central, apresentou números e gráficos sobre a evolução exponencial do patrimônio do FGTS nos últimos dez anos, mas assinalou que, em geral, o crédito imobiliário no Brasil tem uma participação inferior a 5% do produto interno bruto (PIB) – uma proporção considerada baixa no contexto internacional.Segundo o analista, o estímulo ao mercado imobiliário vem sendo discutido no governo federal, que tem apreciado a possibilidade de criação de um fundo com recursos privados para aumentar a liquidez do mercado secundário e o potencial de realocação de recursos no mercado imobiliário.Para Fujimoto, porém, não há certeza sobre como seria feita a alteração do indexador das contas do FGTS e se o novo indexador também seria usado nos financiamentos habitacionais. Considerando que o FGTS apresenta lucro operacional razoável, ele apoiou o projeto de distribuição de parte desse montante, desde que tal medida não comprometa o fluxo de caixa do fundo.Luigi Nesi, representante da Confederação Nacional de Serviços (CNS), lamentou que o trabalhador esteja perdendo os recursos do FGTS, que deveriam ter melhor remuneração. Segundo as estatísticas que apresentou, a perda de 2007 a 2011 chegou a 5,7%. Ele também protestou contra o elevado spread da Caixa Econômica Federal.Nesi disse considerar aceitável a proposta de usar o índice da poupança para remunerar o FGTS e reiterou a necessidade de reconduzir o foco do FGTS a seus objetivos originais.No mesmo sentido, Antonio Maria Cortizo, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), avaliou negativamente o desvirtuamento do FGTS, que, conforme lembrou, tem emprestado recursos ao BNDES para fins não previstos em lei.Citando a diferença entre a TR e o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), Cortizo afirmou que a perda do FGTS atingiu R$ 123 bilhões. O sindicalista, apesar de apoiar o programa Minha Casa, Minha Vida, posicionou-se contra o uso no projeto de recursos do FGTS a fundo perdido. (Fonte: Agência Senado)

Refeição fora de casa fica 9,1% mais cara em 12 meses, aponta IBGE
SÃO PAULO – A refeição fora de casa ficou 9,18% mais cara nos últimos 12 meses terminados em abril, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao ConsumidorAmplo), divulgado nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).De modo geral, a alimentação fora do domicílioaumentou 9,20% no período. Além da refeição principal, foram registradas altas intensas no refrigerante e na água mineral, de 10,34%, e no lanche (8,91%). Já a menor alta, de 6,89%, foi encontrada em outras bebidas alcoólicas.No mês a refeição fora de casa teve variação de 0,57%. No geral a alimentação fora de casa ficou 0,31% mais cara em abril.
No Brasil
Em abril, consumidores do Belém e Porto Alegre foram os que mais sentiram no bolso o aumento de preços ao comer fora de casa, como mostra a tabela abaixo:Variação do custo da alimentação fora do domicílio
Alimentação em casa
No domicílio, Belém é a capital onde os preços da alimentação mais subiram em abril, com alta de 1,27%, frente à média nacional de 0,62%.No acumulado do ano, a alimentação no domicílio subiu 1,49%, com destaque novamente para Belém, onde a alta foi de 4,15%. Já em 12 meses, a alimentação em casa subiu 4,65%. Infomoney

Carro ou transporte coletivo: qual vale mais a pena nas grandes cidades?
SÃO PAULO - O trânsito cada vez mais caótico nas grandes metrópoles do país e os elevados custos para manter um automóvel na garagem fazem com que muitas pessoas se questionem: será que realmente vale a pena ter um carro?Para especialistas, muitos pontos precisam ser levados em consideração. Segundo o educador financeiro e autor do livro “A Receita do Bolo”, Mauro Calil, em muitos casos, um carro por família pode até ser fundamental. Já a compra de um segundo carro deve ser ainda melhor analisada. Mas, mesmo para quem quercomprar o primeiro carro, é interessante levar em consideração alguns pontos importantes antes de bater o martelo e decidir pela aquisição. Confira quais são:
Distância para chegar ao trabalho
Em muitos casos, para quem mora perto do trabalho, vale mais a pena utilizar um meio de transporte público – como o metrô ou até mesmo o táxi para se locomover diariamente.“Para quem roda pouco – menos de 87 KM por semana – é sempre mais barato ir e voltar de táxi, independentemente do carro ser de luxo, médio ou popular, mesmo que o passageiro não valorize o tempo no trânsito”, afirma o diretor executivo da e-flows, responsável pela o serviço Taximov, Nathan Ribeiro.Já se a distância for muito grande e não houver transporte público adequado, um automóvel pode ser realmente necessário.
Gastos (combustível, IPVA, seguro, etc)
Também é preciso colocar na ponta do lápis todos os gastos que se tem com a manutenção de um automóvel.“A conta dos gastos vão além da gasolina. É preciso analisar tudo: IPVA, seguro, manutenção, estacionamento, tudo isso entra na conta”, afirma Calil.
Conforto
O conforto é outro ponto que pesa a favor do carro. Afinal, com ele você consegue se locomover sem grande esforço e na hora que precisar (dependendo do trânsito, claro). Entretanto, o taxi, mais uma vez, pode fazer mais sentido dependendo do caso.
Segurança
Se você mora em um bairro muito afastado e costuma chegar em casa muito tarde, por exemplo, ter um pode fazer ser mais seguro do que utilizar um transporte como ônibus ou metrô. O táxi pode continuar sendo analisado.
Saúde
Para aqueles que moram a uma distância razoável do trabalho, que permita andar a pé ou de bicicleta, também é interessante se questionar se vale ou não a pena ter um automóvel na garagem. “Às vezes você consegue ir a pé ou de bicicleta em um tempo até menor”, ressalta Calil. A sua saúde também agradece.
Tipo de atividade no trabalho
Se você for um vendedor, que precisa visitar clientes diariamente e nunca tem uma rotina definida, o carro próprio pode ser a melhor opção. “Já quando você tem uma rotina mais comum, de casa para o trabalho e vice-versa, pode pensar em alternativas”, diz Calil.
Filhos pequenos
Quem tem filhos pequenos pode priorizar ter ao menos um carro em casa, para eventuais emergências. “Se você precisar levar seu filho a um hospital no meio da madrugada, é melhor estar de carro”, ressalta Calil.
Tempo no trânsito
Por fim, você deve calcular quanto tempo gasta dirigindo no trânsito diariamente e o que poderia fazer neste mesmo tempo caso utilizasse um outro meio de transporte. “Quando está em um táxi ou fretado, por exemplo, você pode estudar inglês, pode aproveitar aquele tempo para outra coisa. No carro, dirigindo, é um tempo totalmente perdido”, conclui Calil. Infomoney

Jorge Caetano Fermino

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Mai 09

Tetra Pak identifica 2,7 bilhões de novos consumidores como a próxima grande oportunidade para a indústria de laticínios  
De acordo com o estudo Tetra Pak Dairy Index - que acompanha em todo o mundo fatos, números e tendências na indústria de laticínios – 2,7 bilhões de novos consumidores serão a próxima grande oportunidade de mercado para a indústria de laticínios. Essa expectativa surge da população de baixa renda que deve emergir nos países em desenvolvimento, graças ao esperado aumento da prosperidade, do poder de compra e do desejo de consumo de produtos lácteos líquidos. Com o estudo a Tetra Pak identificou algumas maneiras de tornar os produtos mais acessíveis. Dentre elas está a mudança na forma como as embalagens são desenvolvidas, por exemplo, reduzir o tamanho delas, ou optar por formatos mais simples. A quinta edição da pesquisa Tetra Pak Dairy Index pode ser vista na íntegra no site www.tetrapak.com.br. Abigraf
 
Qualidade e Produtividade na Flexografia
Entre os dias 15 e 17 de maio, a ABTG realizará o curso “Qualidade e Produtividade na Flexografia”. O conteúdo, ministrado por Luciana Rodrigues, é direcionado a gerentes, líderes, coordenadores, impressores e profissionais ligados ao setor. As aulas orientarão os participantes sobre como identificar as etapas no fluxo produtivo do produto e os principais problemas na qualidade e produtividade do sistema de impressão flexográfico. O curso acontecerá no auditório da ABTG (rua Bresser, 2.315, Mooca - São Paulo), das 18h45 às 21h45. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas online. Mais informações com Thiago Chirelli pelo e-mail curso@abtg.org.br ou pelo telefone (11) 2797-6728. RV&A
 
Inflação oficial do País em abril é a maior em um ano, diz IBGE
Indicador teve variação de 0,64% no mês passado; no acumulado em 12 meses, IPCA registra alta de 5,10%
A inflação oficial do País, apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou em 0,64% em abril. Essa é a maior variação para o indicador em um ano. Em abril de 2011, o IPCA apresentou um avanço de 0,77%.
O desempenho da inflação em abril ficou bem acima do resultado verificado em março, quando houve variação de 0,21%.
Inflação de famílias de baixa renda acelera em abril
IGP-DI encerra abril com alta de 1,02%
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
O acumulado no ano ficou está 1,87%, abaixo da taxa de 3,23% relativa a igual período de 2011. Considerando os últimos 12 meses, o índice acumula alta 5,10%, inferior aos 5,24% relativos aos doze meses imediatamente anteriores.
A meta de inflação definida pelo Banco Central para este ano tem centro em 4,5% e tolerância de dois pontos percentuais para mais (6,5%) ou para menos (2,5%).
De acordo com o IBGE, o principal destaque no mês foram os cigarros, cujos preços subiram 15,04% diante do reajuste médio de 25% em vigor a partir de 6 de abril. Os salários dos empregados domésticos que tiveram reajuste de 1,38% de março para 1,86% em abril também contribuíram para o cresicmento da inflação no mês de abril.
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange nove regiões metropolitanas do País, além das cidades de Brasília e Goiânia. Portal IG
 
Empregado ganha hora extra por trajeto no trabalho
O Tribunal Superior do Trabalho concedeu a um empregado da Volkswagen 30 minutos de horas extras diárias, relativas ao tempo gasto por ele no trajeto entre a portaria da empresa e o seu efetivo local de trabalho. O relator do recurso na 3ª Turma, ministro Horácio de Senna Pires, mencionou a Súmula 429 do tribunal na decisão.
De acordo com a jurisprudência do TST, quando o trabalhador levar mais de dez minutos no trajeto entre a portaria da empresa e o seu efetivo local de trabalho, o tempo gasto é considerado à disposição do empregador. Assim, como o empregado gastava 15 minutos na entrada do trabalho e outros quinze na saída, o relator determinou que esse período fosse remunerado.
O TST também isentou o funcionário do pagamento de multa por litigância de má-fé que havia sido mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP). A multa decorreu de o empregado ter se mantido em silêncio quando intimado para se manifestar a respeito da alegação da empresa de uma litispendência, pois um dos pedidos era idêntico a de outra ação ajuizada por ele. O TRT-SP considerou a atitude do empregado desrespeitosa à parte contrária e à Justiça.
O relator do TST retirou a multa com o entendimento que a conduta não se enquadrava em nenhuma das hipóteses do artigo 17 do Código de Processo Civil, que trata da litigância de má-fé. Segundo o ministro Senna Pires, entre essas hipóteses "não se inclui a ausência de manifestação de parte quando intimada a tanto".
Assim, o relator deu provimento ao recurso do empregado para absolvê-lo da multa por litigância de má-fé e deferir-lhe 30 minutos diários de horas extras referentes ao percurso entre a portaria da empresa e o seu local de trabalho, com adicional de 50% e reflexos. Seu voto foi seguido por unanimidade. Com informações da Assessoria de imprensa do TST.
 
Planos de saúde serão obrigados a fornecer número do Cartão SUS a seus clientes
SÃO PAULO – Os clientes de planos de saúde também vão ter o Cartão Nacional de Saúde, utilizado para monitorar o histórico de quem passa pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso será feito com a inclusão do número do SUS na carteira do plano de saúde. Com a inclusão, vai ficar mais fácil para o governo federal cobrar as despesas do SUS com atendimentos de segurados de planos privados.
Uma triagem do Ministério da Saúde identificou que cerca de 30 milhões de clientes de planos de saúde têm um número no SUS. As informações serão repassadas à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que montará um cronograma com as operadoras para a inclusão desse número na carteira de seu plano de saúde. A partir de junho, os planos serão obrigados a fornecer o número aos seus clientes.
“Vai ser mais rápido pegar informação [sobre o histórico clínico do paciente] e o ressarcimento com o plano de saúde”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após participar hoje (8) de audiência pública na Câmara dos Deputados.
Padilha esclareceu que o usuário não precisa buscar uma unidade pública de saúde para conseguir o cartão do SUS, que será fornecido pelas operadoras. Mesmo sem o documento, o atendimento na rede pública será garantido aos clientes de planos privados. Não existe prazo para que todos os clientes de planos, que somam mais de 47 milhões de pessoas, tenham o documento.
Desde março, os hospitais e clínicas que atendem pela rede pública são obrigados a registrar o número do cartão SUS dos pacientes nos formulários de atendimentos considerados complexos, como internação, sessão de quimioterapia, hemodiálise e transplantes.
Em 2011, o ressarcimento de planos de saúde ao SUS bateu recorde, com marca de R$ 82, 8 milhões, cinco vezes maior em comparação à arrecadação do ano anterior, de R$ 15,4 milhões. O ministro atribuiu o aumento à uma nova metodologia que possibilita checar com precisão os atendimentos a clientes de planos privados no sistema público de saúde. Infomoney
Jorge Caetano Fermino

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Mai 08

Araçatuba recebe Semana de Artes Gráficas
A cidade de Araçatuba será a próxima a sediar a Semana de Artes Gráficas (SAG) no Estado de São Paulo. Com palestras e seminários sobre tecnologia, gestão, estratégias de vendas e rentabilidade na indústria gráfica, a SAG será realizada entre os dias 14 e 18 de maio, no Hotel Riviera (Av. Brasília, 1.775, Jardim Nova Iorque). A semana de aprimoramento é uma realização da ABTG, com o patrocínio da ABIGRAF-SP, SINDIGRAF-SP e Dprinter/Roland. O objetivo do projeto é fomentar a qualificação da mão de obra dos profissionais gráficos brasileiros. Para se inscrever gratuitamente no evento, ou obter mais informações, acesse o site www.abtg.org.br ou entre em contato pelo telefone (11) 2797-6700 ou pelo e-mail sag©abtg.org.br. RV&A  

Conferência do GEDIGI-ABIGRAF debate o futuro do impresso
Está programada para 11 de junho, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, a 2ª Conferência Internacional de Impressão Digital GEDIGI-ABIGRAF 2012, com o tema “A mídia impressa no futuro”. Realizado pela ABIGRAF-SP, em parceria com o Grupo Empresarial de Impressão Digital (GEDIGI), com apoio da ABIGRAF Nacional, do SINDIGRAF-SP e da ABTG, o encontro promove a discussão, troca de ideias e otimização de recursos para o desenvolvimento das aplicações com esse sistema de impressão no mercado gráfico brasileiro. A Conferência é direcionada aos empresários gráficos e profissionais das agências de propaganda. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas online. A grande completa e outras informações estão disponíveis no site do evento. RV&A 

Livro impresso é mais sustentável do que o e-book
Em artigo publicado no The Millions, o editor Nick Moran, pegou os dados sobre a pegada de carbono dos leitores digitais e comparou com os números dos livros impressos. Segundo ele, os e-readers possuem pegada de carbono 200 a 250% maior que uma biblioteca. A tendência é aumentar ainda mais as emissões de gases de efeito estufa, mediante às trocas contínuas dos aparelhos por modelos mais novos. Outra questão que pode influenciar este impacto é o fato de que os e-readers normalmente são pessoais, assim cada um dos integrantes de uma família tem o seu próprio aparelho. Mais um ponto levantado é em relação aos materiais usados na fabricação dos aparelhos e também o cuidado com o descarte de cada uma das peças, para evitar contaminação do solo e outros ecossistemas. Além disso, é necessário gastar 50 vezes mais combustível fóssil para produzir um e-reader, em comparação aos livros impressos, mesmo contanto os gastos energéticos com a iluminação para a leitura. A conclusão a que Moran chega é de que o papel ainda é a melhor opção.Consumidor Moderno 

Komori e Landa firmam parceria estratégica global
A japonesa Komori e a israelense Landa firmaram no final de abril uma parceria estratégica global. Segundo o acordo, a Landa licenciará a Komori para fabricar e comercializar equipamentos de impressão digital usando o processo de impressão nanográfica da Landa. A Landa Nanography é uma nova categoria de impressão digital que emprega tintas à base de água, combinando a versatilidade da tecnologia digital com a qualidade e velocidade da impressão offset. Essa tecnologia, que será fornecida à Komori, atua com nanopigmentos que absorvem a luz e proporciona uma alta qualidade de imagem. Revista Tecnologia Gráfica 

INSS admite erro na revisão do teto de 30.835 segurados
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) reconheceu ontem que errou no pagamento da revisão do teto.Os atrasados entre R$ 6.000,01 e R$ 15 mil tiveram o desconto do Imposto de Renda, mas estavam isentos.Agora, os 30.835 segurados que receberam no segundo lote da revisão, pago na semana passada, só deverão ter a grana de volta em 2013, na restituição do IR.O erro já tinha sido cometido pelo INSS em outubro de 2011, quando foram pagos os atrasados da revisão para segurados com direito a até R$ 6.000. Agora SP

Veja como conseguir laudo que prova a insalubridade
O trabalhador que quer incluir algum tempo profissional exercido sob condições prejudiciais à saúde não terá vida fácil no INSS sem o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).O posto pode exigir o laudo até para atividades exercidas antes de 1995.A aposentadoria especial é concedida com 15, 20 ou 25 anos de contribuição, dependendo da insalubridade.Quem não trabalhou a vida toda em condições insalubres pode converter o tempo especial em comum para se aposentar antes ou obter um benefício maior.O PPP foi exigido em 28 agências da Previdência visitadas pelo Agora na semana passada.Na teoria, sua apresentação é obrigatória apenas para atividades exercidas após 2004.Antes, haviam outros laudos, como o SB-40, que hoje só são aceitos para atividades até 2003, desde que emitidos na época. Agora SP

Poupança tem melhor resultado para abril desde 2007
Brasília - Os depósitos em caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 1,977 bilhão, em abril, segundo os dados divulgados hoje (7) pelo Banco Central (BC). Esse foi o segundo mês seguido de captação líquida (mais depósitos do que retiradas). Em março, o resultado positivo chegou a R$ 2,544 bilhões.No mesmo mês do ano passado, o resultado havia sido negativo, ou seja, houve mais retiradas do que depósitos, em R$ 1,762 bilhão. Segundo a série histórica do BC, o resultado de abril deste ano é o melhor para o período desde 2007, quando a captação líquida ficou em R$ 2,046 bilhões.No mês passado, os depósitos ficaram em R$ 96,198 bilhões e as retiradas chegaram a R$ 94,22 bilhões. Os rendimentos creditados somaram R$ 2,345 bilhões e o saldo ficou em R$ 433,321 bilhões.O relatório do BC se baseia em dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) - que destina 65% dos recursos para financiamento imobiliário - e da poupança rural. No caso do SBPE, houve captação líquida de R$ 1,542 bilhão, em abril. A poupança rural registrou R$ 435,518 milhões.Atualmente, os valores depositados em poupança são remunerados pela taxa referencial (TR), acrescida de juros de 0,5% ao mês. O dinheiro depositado por menos de um mês não recebe remuneração.Na última quinta-feira (3), o governo anunciou mudanças na forma de remuneração dos depósitos de poupança, mas a nova regra só será válida quando a taxa básica de juros, a Selic, estiver em 8,5% ao ano ou menor do que esse patamar.Analistas do mercado financeiro consultados pelo BC esperam que a Selic caia para esse patamar (8,5% ao ano) ainda este mês, no 30 de maio, quando haverá reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A expectativa é que o comitê reduza a Selic, atualmente em 9% ao ano, em 0,5 ponto percentual.Se a projeção dos analistas do mercado financeiro se confirmar, a poupança terá rendimento de 70% da Selic mais a TR, a partir do dia 31 de maio, quando passa a valer a nova taxa.O governo temia a migração de investidores dos fundos de renda fixa para a poupança, com uma Selic menor. Esses fundos são formados por títulos públicos utilizados pelo governo na rolagem da dívida.Com a queda da Selic, um fundo de investimento, a depender da taxa de administração cobrada pela instituição financeira, pode pagar menos do que a caderneta. Assim, para que o BC tivesse mais espaço para cortar a Selic, sem reduzir a demanda por títulos públicos, foi necessário fazer mudanças na remuneração da poupança. DIAP
Jorge Caetano Fermino

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Mai 07

Seguro-desemprego é vinculado a curso de formação profissional
Decreto, publicado no mês passado no Diário Oficial da União, vincula Seguro à matricula do trabalhador demitido em qualificação profissionalO governo federal divulgou a definição de novas regras para quem precisa do seguro-desemprego. Segundo o Decreto publicado no Diário Oficial da União, no dia 17 do mês passado, a liberação do benefício está associada ao vínculo em algum curso de formação profissional. A regra, que ainda não foi regulamentado, é voltada para quem solicita o seguro pela terceira vez em menos de dez anos.  

Curso da ABTG capacita líderes de produção
A ABTG promoverá, em 11 de maio, o curso “Formação de Líderes de Produção”. O conteúdo busca auxiliar os líderes de produção a identificar as forças de pressão do ambiente de transformação e competitividade, entender porque os recursos humanos se transformaram em capital intelectual, discutir o novo perfil profissional, conscientizar sobre a diferença entre chefiar e liderar, e aprimorar as técnicas e desenvolver habilidade de liderança para a construção e condução de equipes de alta performance. A aula será ministrada por Cristina Simões, das 9h às 18h, no auditório da ABTG (rua Bresser, 2315 - Mooca), em São Paulo. As inscrições são limitadas e podem ser feitas online ou com Thiago Chirelli pelo e-mail curso©abtg.org.br ou pelo telefone (11) 2797-6728    RV&A 

IP divulga resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre
A International Paper anunciou os resultados líquidos do primeiro trimestre de 2012, onde totalizou US$ 188 milhões, em comparação aos US$ 281 milhões no quarto trimestre de 2011 e US$ 354 milhões no primeiro trimestre de 2011. Os montantes em todos os períodos incluem a influência dos itens especiais. Segundo a empresa, no primeiro trimestre de 2012, o lucro líquido das operações correntes e antes dos itens especiais, totalizaram US$ 247 milhões, em comparação com US$ 312 milhões no quarto trimestre de 2011 e US$ 334 milhões no primeiro trimestre de 2011. Já as vendas líquidas trimestrais foram de US$ 6,7 bilhões em comparação com US$ 6,4 bilhões, tanto no quarto quanto no primeiro trimestre de 2011. O lucro operacional foi de US$ 462 milhões no primeiro trimestre de 2012, abaixo dos US$ 577 milhões no quarto trimestre de 2011, ambos já considerando o efeito dos itens especiais. Publish 

Mundo do Trabalho: centrais querem mudar registro de sindicatos  
Para evitar novos desentendimentos no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as centrais sindicais pretendem apresentar ao ministro Brizola Neto (PDT), empossado quinta-feira (3), a proposta de tirar da Secretaria de Relações do Trabalho a homologação de novos sindicatos. As centrais reclamam, a CUT mais explicitamente, que havia favorecimento para a criação de sindicatos da Força Sindical, entidade ligada ao PDT do atual ministro e de seu antecessor, Carlos Lupi.Na proposta das centrais, o registro dos novos sindicatos seria feito pelo Conselho de Relações do Trabalho, órgão com representantes do ministério e das centrais. "Queremos subsidiar o ministério, através do conselho, para que os sindicatos que não tenham representatividade ou que forem criados com objetivos financeiros não sejam homologados", afirmou o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.
Os sindicatos recebem 60% do imposto sindical - equivalente a um dia de trabalho por ano - pago pelos trabalhadores da categoria, filiados ou não.A mudança já foi discutida com o presidente da Força, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), e é consenso entre as centrais, segundo os sindicalistas. "O conselho já tem participação ativa na aferição de representatividade das centrais. Nossa ideia integrá-lo ao registro para dar mais transparência ao processo", disse o presidente da Central de Trabalhadores do Brasil (CTB), Wagner Gomes.
Gomes defende, porém, a manutenção da atual secretária de Relações do Trabalho, Zilmara Alencar, que "fez um bom trabalho". "O problema é que o ministério foi jogado às traças, está sem estrutura, sem funcionários para fiscalizar", disse. Zilmara está no cargo desde 2010, quando o então titular, o ex-presidente da Força Antônio Medeiros, saiu para concorrer a deputado federal pelo PDT de São Paulo.O secretário de Organização e Política Sindical da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Jacy Afonso, diz que a central não pedirá a troca da secretária, mas cobra mudanças na gestão. "Há um mau funcionamento. O que queremos é valorizar a Secretaria de Relações Institucionais, que precisa ter outras funções além de carimbar a criação de sindicatos", comentou.Afonso afirmou que não sabe de um acordo para dar mais poder ao conselho e que já estava na pauta da próxima reunião, no dia 22 de maio, a discussão de diretrizes para o registro de novos sindicatos. "O Ministério do Trabalho suspendeu há dois meses a homologação de entidades dos servidores públicos e rurais devido a conflito com outros ministérios", explicou.Desde a nomeação do ex-ministro Carlos Lupi em 2007, há uma briga entre Força Sindical e CUT, que controlava o ministério antes da escolha do pedetista. Ligada ao PT, a CUT acusa Lupi de favorecer a central de seu partido.A nova disputa fica por conta da secretaria-executiva. Quando dirigentes da Força se reuniram com da CUT para buscar apoio à nomeação de Brizola Neto, foi ventilada a possibilidade de colocar um cutista no cargo para mostrar que o ministério "é republicano". Porém, o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, diz que a nomeação não está garantida e que ainda precisa ser discutida com o novo ministro.Mesmo assim, o acordo já incomodou as demais centrais, que também querem participar da composição do ministério. (Fonte: Valor Econômico)

Desaposentação pode gerar impacto de R$ 49 bilhões para o governo
SÃO PAULO - A desaposentação poderá causar um impacto fiscal de R$ 49,1 bilhões para o TesouroNacional, se o STF (Supremo Tribunal Federal) reconhecer o direito que, atualmente, é requerido por milhares de ações trabalhistas nos tribunais brasileiros.Segundo a Agência Câmara, o número de aposentados beneficiados é estimado em 180 mil pessoas. O número faz parte do anexo de riscos fiscais do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que tramita na Comissão Mista de Orçamento.O texto enfatiza que o cálculo não é um reconhecimento do direito, mas uma projeção do risco potencial às contas públicas. Segundo o governo, o impacto será diluído em mais de um exercício financeiro.
O que é a desaposentação
A desaponsentação permite que o aposentado que retornou ao mercado de trabalho renuncie ao benefício pago pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e solicite o recálculo da aposentadoria, incorporando as contribuições e tempo de serviço acumulados com o novo trabalho, com o objetivo de conseguir uma aposentadoria maior.Atualmente, o INSS não reconhece a desistência da aposentadoria, com base no Decreto 3048/99, que é explícito em dizer que este benefício é irrenunciável. Isso tem levado os segurados a procurar a Justiça para recalcular o valor do benefício. As ações são direcionados contra o INSS.

Multa por atraso em verba rescisória não é devida em caso de morte
A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu a empresa Superpesa Cia. de Transportes Especiais e Intermodais do pagamento da penalidade prevista no artigo 477, parágrafo 8º, da CLT, no caso de atraso na quitação das verbas rescisórias, por entender que a ruptura do contrato de trabalho por força do falecimento do empregado não está prevista em texto legal.Decorridos dois meses da morte do trabalhador, a ex-empregadora  ajuizou ação de consignação em pagamento com o objetivo de efetuar os acertos rescisórios. Justificou o uso desse tipo de ação por desconhecer o verdadeiro destinatário do crédito existente.A empresa explicou na inicial que, ao ser admitido, o trabalhador era casado. Contudo, na vigência do contrato de trabalho, apresentou certidão de divórcio e registrou em seus assentamentos funcionais o nome da atual companheira.  Esclareceu também que, embora tivesse informação sobre a existência de filhos de ambos os relacionamentos, tinha dúvidas acerca de quais herdeiros teriam legitimidade para habilitação ao recebimento da quantia devida.Em análise do recurso do espólio do empregado, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) reformou a sentença da 7ª Vara do Trabalho de Guarulhos, que havia considerado indevida a incidência de multa, à justificativa de que a existência de filhos do primeiro casamento refletia a controvérsia existente. Para o Regional, independentemente de dúvida quanto ao destinatário do ativo trabalhista, o fato é que a empresa descumpriu os prazos estabelecidos para que o empregador quite as verbas rescisórias (artigo 477, parágrafo 6º, da CLT). Inconformada com a condenação, a empresa recorreu ao TST, insistindo na razoabilidade da dúvida frente à litigiosidade dos herdeiros.Ao apreciar o recurso de revista, o relator do processo, juiz convocado Flávio Portinho Sirangelo, destacou que o entendimento do TST é no sentido de que o artigo 477 da CLT, ao estabelecer prazo certo para a quitação das verbas rescisórias (parágrafo 6º) e impor a multa pelo atraso (parágrafo 8º), não contempla a hipótese de ruptura do contrato de trabalho em decorrência de falecimento do trabalhador. Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso e restabeleceu a sentença, isentando a empresa da multa. Processo: RR-105300-47.2007.5.02.0317 Fonte: TST
Jorge Caetano Fermino

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